42K Floripa

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Florianópolis recebe primeira maratona da O2

A renomada Meia de Floripa ganha mais duas distâncias a partir de 2018: 42k e 7k;
Além disso, prova passa a se chamar “Maratona Internacional da Cidade de Florianópolis”.


São Paulo, julho de 2017 – A O2, organizadora de corridas de rua da Norte Marketing Esportivo, acaba de lançar a primeira maratona proprietária do grupo, que acontecerá no primeiro semestre de 2018: a Maratona Internacional da Cidade de Florianópolis. 

Planejada para atender corredores exigentes, os 42k de Floripa já tem data definida para acontecer: dia 03 de junho, durante o feriado de Corpus Christi. A prova, que antigamente fazia parte do Circuito 21k Sudamericano, se transforma em uma maratona, que mantém também a renomada Meia de Floripa. Para quem busca uma mais corrida descontraída, uma “Joy Run”, com distância de 7k, entra nas opções de percurso dos atletas. 

“Fria como Chicago, Rápida como Berlim e Linda como Floripa” é o slogan oficial da prova, que promete atrair muitos turistas para a capital catarinense em um dos cartões postais mais charmosos e badalados do Brasil. 

A prova já promete ser uma das mais aguardadas de 2018. As inscrições foram abertas nesta segunda-feira (24), com preço especial de pré-venda pelo Ativo.com. O kit será diferenciado para cada percurso, com camiseta, manguito, sacola de treino e medalha. Haverá opções de kit Plus e Vip para os atletas.

Os percursos já estão disponíveis no site oficial do evento. Para conferir todas as informações, acesse www.42kdefloripa.com.

O dia que virei maratonista

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Todo corredor, por mais amador que seja, possui metas e objetivos pessoais, sonhos de marcas ou corridas específicas. Todos desejam alcançar a glória, nem sempre a da mídia ou do pódio, mas a SUA glória, aquela conquista que mostrará que valeu a pena toda a jornada, todo o suor e esforço gasto a cada treino, mesmo que aos olhos da elite não seja, nem de perto, uma performance espetacular. 

A 3ª Maratona de Campinas, aconteceu no último domingo (16/07), mas na verdade, para mim ela começou muito antes, há aproximadamente um mês, quando todo o foco, treino e preparação passou a ser única e exclusivamente para ela, para a realização de mais um grande sonho, o de então me tornar maratonista. 

A preparação foi dura, regada dos mais variados tipos de treinos, como subida, tiro, longão, etc., junto com muita leitura e conversa com amigos, em busca de dicas e estratégias para chegar ao fim e bem, se possível (rs). Mas nada disso conseguiu prever o quão duro e difícil seria o final de prova, muito menos o quão satisfeito, feliz e emocionado eu ficaria. 

O domingo amanheceu com o céu limpo e a temperatura agradável, melhor condição de corrida que essa, seria impossível. A minha animação estava em alta, que junto com a animação dos meus companheiros de corrida, formou o clima ideal. Empolgados, saímos todos juntos, conversando, deixando que as palavras e as passadas acalmassem a ansiedade, transformando-a em realidade. Com o passar dos Kms, me distanciei um pouco dos meus colegas e a corrida se tornou então solitária, a luta para vencer o monstro da maratona agora era sozinho, mas fui salvo muitas vezes pelo meu professor e companheiros de grupo de corrida, que de bicicleta, foram nos prestar todo e qualquer apoio que precisássemos. 

Os primeiros 21 Kms foram fáceis e dentro do esperado, começava achar que conseguiria concluir com certa facilidade. Ledo engano. O cansaço começou a dar sinais por volta do Km 25 e começou a bater mais forte a partir do 29. Mas foi nos Kms 32 e 33 que encontrei a maior de todas as dificuldades, cãibras nas duas pernas, a dor era tão intensa que neste momento percebi que na verdade nunca tinha tido cãibra na vida, fui socorrido pelo professor, que a essa altura me acompanhava de perto, e por um caminhante anônimo, que parou sua atividade para prestar auxílio. Os últimos 10 Kms se transformaram numa verdadeira luta, variando entre corrida, trote, caminhada e cãibras, sem contar o psicológico já abalado que me dizia a todo instante que não chegaria no fim, que deveria desistir e talvez fosse a decisão mais sensata, como escrevo constantemente, sempre respeite o seu limite. 

Insistente, determinado e sonhador, foi assim que consegui ir em frente, passo após passo, até ver a linha de chegada, deixar as lágrimas rolarem e os soluços atrapalharem a respiração, acompanhado de perto por amigos que aguardavam a chegada e chutando pra longe os pensamentos negativos. A essa altura não tinha mais meta, objetivo ou tempo ideal, venci e isso era tudo o que importava, os abraços e sorrisos dos meus amigos e companheiros de equipe me diziam isso, os parabéns e felicidades da minha esposa e familiares confirmaram. 

Quero aqui expressar meus agradecimentos ao André Saidell, da Drogaria Popular de Sumaré, por ter ajudado com que esse sonho se tornasse real e pela companhia em todo o processo de preparação e na corrida, agradeço também aos outros companheiros de treino e corrida Heros, Hugo, Juari e Valter. Meus agradecimentos também ao Carlos Eduardo (Du), Gabriel e Sérgio pelo suporte incondicional que nos deram durante toda a maratona, assim como A Academia pela tenda e recepção pré e pós prova. Meu muito obrigado ao professor Nilson Ventura, por tudo, desde o incentivo nos treinos, ao suporte prestado durante a corrida, me acompanhando em mais da metade do percurso, inclusive nos momentos mais difíceis. Por fim, gostaria de agradecer a toda a minha família e todo o grupo de corrida Top Team, pela torcida, apoio e incentivo a cada dia. Graças a todos vocês hoje eu posso dizer: Eu sou maratonista! 

A título de curiosidade, o meu tempo foi 4:53:52. 



Correr com gripe: Pode ou não?

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Foto: Ativo¹

Todos nós já sabemos dos inúmeros benefícios da corrida, dentre eles, o de aumentar a imunidade do corpo, deixando todo o organismo mais resistente e menos suscetível a algumas doenças. Porém, mesmo muitos corredores sendo verdadeiros super-heróis sem capas, nenhum esta livre de, vez ou outra, ser acometido por gripes ou resfriados, que muitas vezes vem em momentos inoportunos, como a reta final de preparação para uma grande corrida. Então surge aquela dúvida: Posso ou não correr? 

Antes de mais nada, é preciso entender que a gripe é um infecção por vírus, que provoca em nosso organismo um quadro inflamatório, como resposta de defesa ao agente agressor. O problema aqui, é que a atividade física também provoca inflamações em nosso organismo, desta vez, com o objetivo de reparar as microlesões decorridas do exercício. Com isso, o corpo tende então a ficar ainda mais debilitado, uma vez que o sistema imunológico precisará trabalhar “em dobro”.

Apesar disso, alguns estudos apontam, que em estágios mais fracos da gripe, manter a atividade física de esforço moderado (até 60% do esforço máximo) tende a reforçar “a defesa imunológica do organismo, enquanto o exercício acima dessa intensidade impacta negativamente a imunidade porque libera cortisol, substância com ação anti-inflamatória que barra a atividade das células do sistema imune, responsáveis pela proteção do corpo”². 

A infecção gerada pela gripe “pode ser favorecida, por exemplo, por condições climáticas adversas e alta intensidade de treino. Saiba, então, que treinos seguidos somados a uma alimentação pobre e noites com pouco descanso representa uma combinação perigosa. Debilitam o sistema imunológico”¹.

Resumindo bem o assunto, se o que você tem é apenas um resfriado ou gripe leve, a corrida esta sim liberada e pode até fazer bem, mas é preciso tirar um pouco o pé do acelerador, pois as atividades devem ser mais leves. Por outro lado, se a gripe “bateu forte” ou tiver sinais de febre, fraqueza ou dores musculares, nem precisa pensar duas vezes, deve-se abrir mão do treino, descansar e aguardar a recuperação. Nesse caso, as atividades podem ser retomadas assim que todos os sintomas desaparecerem e devem ser retomadas de forma gradativa, retornando à intensidade e volume habitual, apenas cerca de uma semana depois.

Durante todo esse período sabático, a alimentação e hidratação se tornam ainda mais fundamentais para a manutenção do bom funcionamento do organismo e aceleração da recuperação. Aliás, hidratação,alimentação e descanso são alguns dos pontos essenciais para o bom rendimento na corrida, tê-los sempre na proporção correta, ao invés de apenas quando “obrigado”, é a melhor maneira de prevenção.

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Referências:

Destreino - em quantos dias perco o rendimento?

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Foto: Ativo*

Todo corredor, por mais disciplinado que seja, vez ou outra acaba passando por um período sem treinos, seja por conta de viagens, contratempos, agenda apertada ou até mesmo lesões. Nesse período sem treinos surgem duas dúvidas muito comuns: Com esses dias sem treinos será que perco o meu rendimento? Consigo recuperar rápido ou preciso “remar” tudo de novo?

Para nós corredores, a sensação é de que pular um dia de treino já é o suficiente para a nossa performance diminuir uns 50%, ou mais. Mas a verdade é um pouco mais favorável do que pensamos. Ainda assim, é muito difícil passar um número mágico de dias ou semanas, afinal, um organismo é diferente do outro, reagindo assim de maneira diferente tanto na intensidade das atividades, quanto nos períodos sem treinos, outro ponto a ser considerado é o nível de treinamento de cada atleta, quanto mais tempo de treino a pessoa tem, menor se torna o impacto do destreino.

Durante muito anos e ainda hoje, o destreino é um assunto muito estudado e debatido no mundo do esporte e apesar de não existir um consenso sobre isso, boa parte dos estudos acreditam que as perdas de performance mais significativas “ocorrem entre a segunda e a quarta semana de destreinamento, que podem voltar próximo aos valores pré-treinamento dentro de 4 a 8 semanas de destreinamento”¹.

Assim como o progresso do corpo no treino é gradativo, o regresso no destreino também é gradativo e o primeiro a sofrer suas consequências é a sua capacidade respiratória, que tem o consumo de oxigênio dificultado e a quantidade de ácido lático produzido, podendo assim ocasionar numa sensação de cansaço maior. Na sequência vem a perda de capacidade cardiovascular e outra “coisa que começa a ser afetada são os músculos (o processo de perda de massa magra inicia) e a sua força e flexibilidade já que o corpo começa o processo de atrofia muscular”². 

Apesar de tudo isso ser um pouco assustador, o lado bom da história esta na volta aos treinos. Graças à memória muscular, a readaptação na volta aos treinos costuma ser muito mais rápido do que na primeira vez. Por mais que o organismo perca uma porcentagem da sua performance, ele não esquece por completo aquilo que esteve acostumado por muito tempo.

Com isso, podemos perceber que tudo o que fazemos em excesso é prejudicial, seja exercícios ou descanso. O ideal, sempre, é achar o ponto de equilíbrio entre treinos, competições e descanso, salvo, obviamente, em situações como doenças e lesões. 

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Referências:

*Foto: https://www.ativo.com/corrida-de-rua/treinamento-de-corrida/voce-conhece-os-efeitos-do-destreino/
2 - http://corracomigo.com/condicionamento_fisico_da_corrida/ 
http://www.minhavida.com.br/fitness/materias/17223-corpo-ja-sente-prejuizos-apos-10-dias-sem-treino
http://www.treinomestre.com.br/posso-ficar-quantos-dias-sem-treinar-sem-que-o-progresso-seja-afetado/
http://www.carrijo.com.br/saude-bem-estar/artigos-sobre-corrida/treinamento-a-realidade-do-destreinamento/

Bursite trocantérica

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Foto: Ativo¹

São muitas as lesões que assombram o mundo do esporte, algumas têm até nome conhecido, mas muitas vezes não fazemos ideia do que se trata exatamente, muito menos da sua abrangência, uma dessas lesões é a bursite.

A bursite é um tipo de lesão que pode acontecer em várias partes do corpo, como ombro, cotovelo, joelho, pé, etc., mas hoje, vamos falar especificamente da bursite trocantérica, ou seja, a bursite na lateral do quadril e que afeta um em cada dez corredores e na sua maioria as mulheres.

De modo geral, a bursite ocorre quando acontece um quadro inflamatório das bursas (ou bolsas sinoviais), que por sua vez “podem ser definidas como cápsulas protetoras preenchidas com líquido sinovial e estão presentes em áreas de maior atrito do corpo, entre tendões, ossos e músculos”². 

Na parte superior do fêmur, existe uma proeminência óssea chamada trocanter, quando a bursa dessa região sofre a inflamação, acontece então a bursite trocantérica, que pode ser percebida através de sintomas como dores na lateral do quadril ao correr, subir escada ou até mesmo ao dormir de lado, outros sintomas que podem ainda ser percebidos são fisgadas no glúteo ou estalidos ao movimentar-se.

Uma das principais causas para este tipo de lesão é o erro postural, “o desalinhamento da coxa durante a corrida, que é causado por fraqueza muscular ou falta de controle do músculo glúteo médio (lateral do quadril)”³, além disso, o uso de tênis impróprios para a corrida, aumento abrupto de carga no treinamento e sobrepeso, são também fatores de risco.

Após diagnóstico correto de um profissional, o tratamento passa por processo semelhante ao de outras lesões, que é o afastamento da corrida por alguns dias ou semanas, dependendo da intensidade da lesão, fisioterapia, crioterapia, analgésico e anti-inflamatório. 

O fortalecimento muscular, alongamento e aquecimento antes e após a corrida, uso de tênis adequado para a atividade e descanso correto, são alguns dos métodos preventivos, não só pra essa, mas para muitas outras lesões. O acompanhamento profissional é também um importante aliado na prevenção de lesões, uma vez que este buscará exercícios adequados para cada estágio do seu treinamento, diminuindo significativamente o risco de lesão.

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Referências:

1 – https://www.ativo.com/por-que-doi/bursite-trocanterica/
2 – http://maratonismo.blogs.sapo.pt/22982.html
3 - http://globoesporte.globo.com/eu-atleta/saude/noticia/2014/02/bursite-na-lateral-do-quadril-causa-dor-na-regiao-do-femur-e-atrapalha-corrida.html
http://www.correrporprazer.com/2011/09/bursite-trocanterica/
http://espnw.espn.uol.com.br/bursite-e-condromalacia-na-corrida/

Wizard 25 anos

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A corrida é muito mais do que apenas um método de emagrecimento ou uma busca por uma vida menos sedentária e mais saudável. Muitas vez a corrida serve para nós como um combustível, nos dando ânimo para enfrentar a dura rotina diária, em outras, serve como um terapeuta e grande amigo, nos ajudando a descarregar todo o estresse e a aliviar a mente já cansada do dia a dia. 

Fazer parte de um grupo de corrida, pode potencializar ainda mais todos esses e muitos outros benefícios, pois passamos a ter companhia e estímulo durante todo o tempo. Porém, é longa a estrada para que um grupo de corrida se solidifique, criando compromisso, companheirismo e reconhecimento. Assim é o nosso grupo de corrida, Top Team, que surgiu a 5 anos e com o passar do tempo vem ganhando cada vez mais adeptos, obtendo resultados significativos, tanto pessoal, quanto para o grupo. 

Parte disso devemos aos nossos patrocinadores, que buscam de maneira simples nos incentivar, tornando essa jornada um pouco menos penosa. Por isso, assim como eles estão presentes em nossas conquistas diárias, fazemos sempre questão de fazer parte de cada uma das conquistas deles e a última quinta-feira (25/05) teve uma noite especial, marcada por brilho, fogos de artifício e claro, muita corrida, a Wizard Paulínia completou 25 anos.

São 25 anos de muito trabalho, luta e foco, buscando sempre realizar sonhos ou no mínimo aproximar as pessoas dos seus sonhos. A noite contou com food trucks, barraquinhas, brinquedos, alunos, professores e como não poderia faltar, a Top Team, que com a presença de homens, mulheres e crianças, dividiu o treino em corrida e caminhada de diversas distâncias, com o objetivo de, além do treino, celebrar a conquista de quem nos valoriza e incentiva.

Nós, da Top Team, agradecemos a Wizard Paulínia, em especial a Andréa (membro da Top Team) e a Karina, por todo apoio e parabenizamos pelos 25 anos de muito trabalho e dedicação e que venham os próximos 25 anos.

Crioterapia

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Foto: Blog da Debs¹

Com o passar do tempo, muitas lesões foram descobertas e com isso muitas técnicas vieram sendo desenvolvidas tanto para a recuperação, quanto para a prevenção dessas lesões. Uma delas, muito utilizada em atletas de diversos esportes, é a crioterapia.

A crioterapia, é um procedimento muito utilizado no pós-exercício, onde o atleta faz a imersão no gelo ou água gelada, ou até mesmo através da aplicação de bolsa de gelo, tendo como finalidade fazer uma recuperação mais rápida, reduzindo as dores e os espasmos musculares, pois ela age como analgésico e anti-inflamatório. Apesar disso, a crioterapia não é indicada para todos os casos e se utilizada de maneira errada, pode causar efeito contrário, atrapalhando a recuperação e até mesmo o desempenho do atleta.

As corridas de longa duração, são as que mais exigem a utilização da crioterapia, isso porque as partes do corpo utilizadas durante a corrida, exigem uma circulação sanguínea mais intensa e “a crioterapia age justamente reduzindo o calibre destes vasos sanguíneos, fazendo com que os metabólitos oriundos das reações fisiológicas não sejam 'espalhados' por mais locais. Com isso, as células responsáveis pela regeneração muscular (satélites), podem agir de maneira mais concentrada, pois os metabólitos ficaram mais agrupados. Assim, a recuperação muscular se torna muito mais rápida”². 

Apesar disso, a crioterapia pode ser utilizada também após corridas mais curtas, desde que realizada de forma correta. A indicação é de que o gelo (ou a água) esteja em uma temperatura por volta de 10° e a sua aplicação deve ser feita por um período entre 15 e 20 minutos.

Existem ainda situações onde a sua utilização não é indicada, um dos exemplos é o caso de “realização de uma nova atividade física após um curto espaço de tempo, como em algumas competições esportivas. A imersão na água gelada prejudica a realização de uma nova atividade por diminuir rapidamente o metabolismo, a temperatura corporal, promover vasoconstrição e consequentemente diminuir a performance”³. É preciso ainda ter outros cuidados, como o local da aplicação, pois não é indicada a aplicação de gelo próximo aos órgãos genitais ou em áreas com grandes vasos ou artérias, não deve ser aplicado também em locais com ferida aberta ou em casos de lesões nervosas, por trazer uma diminuição considerável de sensibilidade.

Com tudo isso, podemos concluir que a crioterapia é capaz sim de trazer grandes benefícios na recuperação do atleta, aliviando dores e reduzindo o tempo de todo o processo de recuperação, desde que o mesmo siga sempre as orientações recebidas pelo médico, treinador ou fisioterapeuta.

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Referências:

1 - Foto - http://blogdadebs.com.br/antigo/crioterapia-na-corrida/
2 - http://www.treinomestre.com.br/crioterapia-para-corredores-efeitos-positivos-ou-negativos/ 
3 - http://globoesporte.globo.com/eu-atleta/saude/noticia/2016/03/gelo-apos-exercicio-saiba-quando-usar-crioterapia-para-rapida-recuperacao.html
http://www.suacorrida.com.br/saude/crioterapia-acelera-recuperacao-muscular/
http://corremulherada.com.br/crioterapia-preventiva-para-corredores/
https://www.saudemelhor.com/gelo-na-recuperacao-apos-o-treino-cuidado/