E que venha 2017

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E chegamos ao fim de mais um ano, esse foi tão rápido que parecia um queniano em plena maratona. Foram muitos treinos, corridas, esforços, dedicações, algumas privações, contusões e decepções, mas as medalhas e principalmente as conquistas pessoais, foram sem dúvida, maiores e mais importantes do que qualquer sofrimento, são esses resultados que levaremos para sempre ou, pelo menos, para o próximo ano, afim sempre de superá-los. 

2016 foi um ano marcado de superação para muitos corredores, alguns fizeram sua primeira maratona, meia maratona, passou de 5 para 10 km, ou simplesmente decidiu largar uma vida sedentária e começou a correr, ou até mesmo a praticar outros tipos de esportes, com o intuito de começar uma vida mais saudável, independente de quais foram as conquistas, estão todos de parabéns. 

Para mim, as conquistas relacionadas à corrida foram além das pistas e de um par de tênis, algumas das principais conquistas foi o nascimento do blog, a conquista de novas amizades e a ingressão em um grupo de corrida, além claro, de muito aprendizado sobre vários fatores e curiosidades que englobam o mundo da corrida. 

Para alguns, entramos agora no sprint final de 2016, afinal dia 31 ainda tem corrida, para outros já entramos no day off, momento de relaxar, curtir e comemorar tudo o que foi conquistado e alcançado durante esse tão difícil e árduo ano. 

Assim como na corrida, 2016 passou por uma variação muito grande de altimetria, foram muitos altos e baixos, alguns terrenos foram mais difíceis de percorrer, enquanto outros foram bem mais fáceis, durante o trajeto duvidamos muitas vezes de nossa capacidade, em diversos momentos foi necessário buscar uma ajudinha, um folego extra, para que assim tivéssemos pernas suficientes para seguir em frente e independente do nosso ritmo, teve sempre alguém nos incentivando e motivando a ir cada vez mais longe, nos mostrando que sim, somos capazes de ser melhores e de alcançar os nossos objetivos. Por fim, independente de qual tenha sido o seu percurso, ele está acabando, a linha de chegada é logo ali, é só levantar as mãos em agradecimento e comemorar a chegada, porque logo logo têm mais uma largada, a largada da corrida 2017. 

Boas festas, bons treinos, boas corridas, muitos kms e um excelente 2017 para todos!

Meia de compressão

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Muitos são os equipamentos e acessórios que compõem o mundo de um atleta de corrida, alguns são indispensáveis, como o tênis, outros, prometem trazer melhor controle, qualidade ou conforto durante a corrida, como relógios com gps, viseiras, óculos de sol, cinto de hidratação, etc. Muitos desses equipamentos ou acessórios, embora não sejam obrigatórios, estão constantemente presentes no dia a dia dos corredores.

A meia de compressão é um desses inúmeros acessórios utilizados pelos corredores, principalmente em provas de longa distância, porém, apesar de populares e de uso tão recorrente, ainda levantam questionamentos sobre as suas funções e vantagens durante a corrida, sendo que até o momento não existem estudos comprobatórios de tais benefícios. 

As meias de compressão foram criadas com o objetivo de diminuir a sensação de cansaço e peso nas pernas, principalmente após provas e treinos de longa distância, o que ajuda na redução de lesões. Essas meias, “têm a função de barreira elástica para os músculos da panturrilha, comprimindo a musculatura e melhorando o retorno venoso, que aumenta o fluxo sanguíneo na região. Por conta disso, há uma maior oxigenação e remoção de lactato, responsável pela regeneração mais rápida da área afetada”¹. Além desses, outros prováveis benefícios, que podemos destacar é a manutenção da temperatura corporal, em especial nas pernas, e a redução da vibração muscular provocada nas panturrilhas, promovendo assim maior equilíbrio e propriocepção e consequentemente, menor fadiga muscular.

Apesar de todos esses benefícios ainda não serem reconhecidos e comprovados cientificamente, muitos atletas renomados, utilizam e afirmam a existência da melhora de performance. Entre esses atletas, podemos citar a britânica Paula Redcliffe, que em 2003, na Maratona de Londres, alcançou o incrível tempo de 2h15m25s, atual recorde mundial da maratona feminina, nessa ocasião, a atleta já fazia uso das meias compressão.

Enquanto os benefícios durante a corrida ainda são questionáveis, os pós corrida já são definitivamente comprovados. Segundo Tatiana Abreu, diretora da clínica Fisio Run, as meias de compressão “melhoram eventuais inchaços pós-treino, diminuindo as dores”², além disso, o diretor médico da consultoria esportiva Run&Care, Gustavo Magliocca, afirma que as meias ajudam a “aumentar o retorno venoso, diminuir o edema entre as fibras musculares e controlar a perda de calor, a compressão atua na otimização do período de recuperação pós-exercício”². Em entrevista à CNN/Sports Illustrated, em 2001, a própria Paula Redcliffe, afirmava que as meias de compressão ajudavam o sistema linfática a drenar o ácido lático do sangue e das pernas, ficando assim menos propensas a enrijecimento, causando uma recuperação mais rápida³.

Assim como os diversos acessórios existentes, acredito que tudo é uma questão de adaptação. Por mais que muitas pessoas utilizem e afirmem os benefícios e vantagens, muitos corredores não se sentem confortáveis ao utilizar as meias de compressão, no entanto, antes de sair comprando dezenas de pares, faça um teste e descubra se é realmente útil para você.

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Referências:

1 – http://globoesporte.globo.com/eu-atleta/equipamentos/guia/o-que-e-meia-de-compressao.html
2 – http://www.suacorrida.com.br/treino-finisher/as-vantagens-das-meias-de-compressao/
3 – http://revistacontrarelogio.com.br/cgi-local/materia_impr.pl?999.394
http://esportes.estadao.com.br/blogs/corrida-para-todos/meias-de-compressao-tudo-que-voce-sempre-quis-saber-sobre-elas/
https://www.saudemelhor.com/meias-de-compressao-para-corredores-vantagens/
http://www.aminhacorrida.com/vantagens-correr-meias-compressao/



A história da São Silvestre

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Foto: São Silvestre¹

Está chegando o dia de uma das provas mais tradicionais, queridas e desejadas do Brasil. No dia 31 de dezembro, a cidade de São Paulo receberá a 92ª Corrida Internacional de São Silvestre. Para entrar no clima, vamos conhecer um pouco da história e curiosidades da corrida.

A corrida de São Silvestre foi idealizada pelo jornalista e advogado Cásper Líbero, que ao realizar uma viagem a Paris, em 1924, ficou maravilhado com uma corrida noturna, onde os corredores carregavam tochas durante o percurso. Assim, decidiu promover no Brasil uma corrida noturna, que seria realizada exatamente à meia-noite do dia 31 de dezembro do mesmo ano e ganhou o nome de São Silvestre em homenagem ao Santo do dia.

Em sua primeira edição, a corrida contou com 60 inscritos, onde apenas 48 correram e destes, apenas 37 foram oficialmente classificados, já que segundo a regra do evento, seriam classificados apenas os atletas que cruzassem a linha de chegada no máximo 3 minutos após a chegada do vencedor, que nessa primeira edição foi o Alfredo Gomes, que completou os 8,8 km em 33:21.

Até o ano de 1944 apenas atletas brasileiros participavam das corridas. Em 1945 com o fim da Segunda Guerra Mundial, alguns atletas da América do Sul, passaram a ser convidados pela organização para participarem da competição. Com o sucesso das primeiras edições internacionais, em 1947 a organização passou a aceitar inscrição de atletas de todo o mundo.

O ano de 1975 foi decretado pela ONU, como o Ano Internacional da Mulher, aproveitando esse momento, a organização decidiu então fazer a primeira São Silvestre com participação feminina, que desde o início foi aberta para mulheres de todo o mundo, tanto que a primeira campeã foi alemã-ocidental Christa Vahlensieck.

Desde a sua primeira edição até o ano de 1988, a corrida foi realizada sempre a noite, com largada por volta das 23:30, a fim de que o vencedor chegasse por volta da meia-noite. Porém, em 1989, a fim de cumprir as determinações da Federação Internacional de Atletismo (IAAF), a corrida passou a ter a largada no período da tarde e alguns anos depois durante a manhã.

Desde o início a São Silvestre passou por diversos percursos, com distâncias diferentes, a mais curta delas foi entre os anos de 1942 e 1944 que teve percurso de 5,5 km. Já entre os anos de 1980 e 1989, teve a sua maior distância até então, 12,64 km. Mais uma vez, visando adequações junto à IAAF, em 1991, o percurso foi alterado para 15 km, distância mínima exigida pela Federação e que perdura até hoje. Com isso a São Silvestre passou a integrar o calendário internacional de provas de rua.

A São Silvestre pode se orgulhar de ser um dos poucos eventos desportivos que jamais deixou de ter uma edição realizada, mesmo durante a Revolução Constitucionalista de 1932 ou a Segunda Guerra Mundial. Isso talvez mostre a grandiosidade do evento e a importância mundial pode ser percebida através dos números, passando dos 60 inscritos em 1925 para 25 mil em 2011 e estima-se cerca de 30 mil corredores para a edição deste ano².

Com o passar dos anos a corrida ganhou tanta projeção mundial, que passou a integrar o calendário turístico da cidade de São Paulo e hoje se tornou o sonho de muitos atletas percorrer os tão famosos 15 km.

Para todos que forem correr, esta é a reta final de preparação, boa corrida e acima de tudo, boa diversão!

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Referências:

1 - http://www.saosilvestre.com.br/
2 - http://revistacontrarelogio.com.br/blogs/ultimas/category/sao-silvestre/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Corrida_Internacional_de_S%C3%A3o_Silvestre#Vencedores
http://historiadomundo.uol.com.br/idade-moderna/a-historia-da-corrida-de-sao-silvestre.htm

Síndrome do piriforme

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No mundo da corrida, a lesão faz parte da rotina de todo atleta, sendo ele amador ou profissional. Algumas lesões são mais comuns e assim mais fáceis de serem percebidas pelos atletas e diagnosticada pelos médicos. Porém, outras lesões são um pouco mais imperceptíveis ou até mesmo confundidas por outras e é exatamente isso o que acontece com a síndrome do piriforme.

A síndrome do piriforme trata-se de uma inflamação no nervo ciático que passa para músculo piriforme. Embora seja constantemente confundida com a dor ciática, trata-se de uma lesão diferente, que requer tratamento e cuidados diferentes.

O piriforme é um músculo localizado na região do quadril, próximo a área profunda da nádega, por isso, a síndrome de piriforme é conhecida também como dor glútea profunda. O músculo piriforme tem como função, estabilizar a pelve e auxiliar na abdução e rotação do quadril. Quando esse músculo sofre demasiada tensão ou espasmos, o nervo pode ser pressionado, chegando a causar irritação do mesmo, o que ocasiona a síndrome.

Hipertrofia dos glúteos, trauma na região das nádegas, treinos em excesso em ladeiras ou terrenos irregulares, são algumas das principais causas da síndrome, que pode ser identificada através de alguns sintomas, tais como: dor na região profunda da nádega, que pode irradiar para as pernas, causando até mesmo formigamento, incômodo constante para manter uma mesma posição sentado além de dores constantes durante e após as corridas.

O fortalecimento muscular, em especial nos membros inferiores e nos músculos profundos do abdome, além do equilíbrio dos músculos abdutores, adutores e rotadores do quadril, são as ações preventivas, que podem ser realizadas a fim de evitar o surgimento da lesão, que quando diagnosticada, é tratada com compressa de gelo, anti-inflamatório, relaxante muscular, correção postural através da fisioterapia e pilates, repouso e em alguns casos, cirurgia.

Apesar de a síndrome de piriforme ser uma lesão de baixa incidência, ao sentir dores e incômodos contínuos na região dos glúteos e pernas, procure um especialista para melhor diagnóstico e tratamento, além disso, tomar cuidados com o excesso de exercícios e pesos é fundamental para o não agravamento ou surgimento da lesão. Por isso, fique sempre atento aos sinais do seu corpo.

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Referências:
http://www.hong.com.br/dor-no-quadril-pode-ser-sindrome-do-piriforme/
http://revistacontrarelogio.com.br/materia/sindrome-do-piriforme-conhece/
https://www.ativo.com/por-que-doi/sindrome-do-piriforme/
http://www.clinicadeckers.com.br/html/orientacoes/ortopedia/069_sin_piriforme.html
http://www.aminhacorrida.com/sindrome-do-piriforme/

O bom é relativo

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Tudo na vida é relativo, o preço, o gosto, o bom, o ideal. Cada ser é dotado de gostos, sonhos e vontades peculiares, cada qual com aquilo que acredita ser o melhor para si, ou simplesmente que o completa. Muitas vezes, vivemos nos baseando naquilo que os outros fazem, querem ou compram, mas mal percebemos que isso são apenas singelas referências, visto que nem sempre o perfeito para um é o perfeito de todos.

O mundo da corrida não foge à regra. A cada dia surgem novos tênis e gadgets com tecnologias cada vez mais avançadas, que prometem uma melhor corrida e/ou acompanhamento da mesma. Isso, na minha opinião, é sim um ótimo avanço na corrida e podem trazer muitos benefícios para os treinos e corridas, porém, não fique preso apenas no mais caro, no que faz maior propaganda ou no mais novo, esses, nem sempre são os ideais para você. 

As empresas de calçados buscam a cada nova edição aprimorar os seus produtos, buscando sempre trazer mais conforto e melhor desempenhos aos atletas, porém, como disse acima, nem sempre o mais caro, o mais novo ou aquele tênis que todo mundo fala, a sensação do momento, será o ideal pra você. Cada pessoa tem um tipo de pisada, uma dinâmica de corrida, no entanto aquele tênis ideal para a maioria pode não ser o seu ideal.

O mesmo digo em relação aos gadgets, são tantos e tão inovadores que realmente dá vontade de ter todos, mas avalie um por um, veja se preenche os requisitos mínimos exigidos por você. Muitas vezes ficamos de olho naquele que foi lançado na última semana ou da marca X que é o mais famoso, mas que possui funções que até desconhecemos ou que jamais utilizaremos, enquanto outros mais velhos ou mais em conta, possuem as funções necessárias.

Acredito ainda, que esse mesmo conceito deve ser aplicados em todos os campos da corrida, como alimentação, suplementação, acompanhamento profissional e médicos em geral. Busque profissionais que te passem confiança, esclareça suas dúvidas com clareza e acima de tudo, seja humano o suficiente para fazer todo o acompanhamento e orientações adequadas.

Se pensarmos bem, devemos aplicar isso até mesmo nas próprias corridas. Afinal, são tantas corridas Brasil afora, e muitas vezes queremos participar da corrida X ou da corrida Y apenas por serem as mais famosas ou populares, sendo que muitas vezes não nos proporcionam uma infraestrutura que desejamos, um percurso ou até mesmo paisagem que gostamos.

Com tudo isso, não quero dizer que devemos optar sempre pelo mais barato, velho ou desconhecido, mas sim, que devemos fazer uma análise criteriosa de tudo. Pesquise, busque avaliações e opiniões, mas mais do que isso, teste, experimente e construa a sua própria opinião.

Overtraining

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Foto: Rumo Certo¹

Para algumas pessoas, começar a correr pode ser meio torturante e desanimador, até que seja "mordido pelo bichinho da corrida”, daí em diante a situação se inverte, correr passa a ser essencial e indispensável, ao ponto de querer correr todos os dias, o máximo possível. Só que, o que muitos não sabem, é que isso também pode ser altamente prejudicial à saúde.

O excesso de atividades físicas, pode desencadear a síndrome da fadiga crônica, popularmente conhecida como overtraining, que ocorre quando o atleta pratica mais exercícios do que o corpo é capaz de recuperar, sem descanso e alimentação adequada, o quadro pode piorar trazendo inúmeros malefícios ao atleta.

Acredita-se que a gênese da síndrome de overtraining esteja diretamente relacionada com uma estratégia de treino denominada 'teoria da supercompensação', que se fundamenta no princípio da sobrecarga progressiva. Essa teoria afirma que as reservas energéticas gastas durante o processo de contração muscular são repostas apenas no período de recuperação, ou seja, de descanso”². 

Os sintomas mais presentes em atletas que apresentam quadro de overtraining, são:

  • Redução de performance; 
  • Quadro de estresse, depressão ou irritabilidade; 
  • Insônia; 
  • Recuperação mais lenta de lesões; 
  • Dores musculares constantes; 
  • Aumento considerável da frequência cardíaca, mesmo em repouso. 

A melhor forma de evitar o surgimento da síndrome é através da prevenção. Neste caso, como é indicado por todos os profissionais, o ideal é sempre intercalar as atividades da corrida com outras atividades de menor impacto, como natação ou caminhada leve, ou até mesmo um dia de descanso total, pois é justamente neste período que ocorre a recuperação e fortalecimento do corpo. Porém, isso ainda não é o bastante, é preciso ainda a realização de uma alimentação e hidratação correta.

Para o tratamento do overtraining, é fundamental a redução brusca das atividades ou até mesmo a interrupção delas, além disso, o acompanhamento de um médico, educador físico, fisioterapeuta e nutricionista, se tornam indispensáveis. 

A maioria de nós corredores, corremos apenas por prazer, assim, não tem a necessidade de levar o corpo a uma exaustão tão grande e prejudicial. Correr é sempre bom, mas correr com saúde é ainda melhor.


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Referências:





Calendário de Corridas de Rua - Campinas e Região 2017

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Atualizado em 31 de Dezembro de 2017

2017 foi um ano especial, com muitas corridas e repleto de conquistas, agora esta na hora de se preparar para as corridas de 2018. Link abaixo:

Running Pass 2017

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Inscrições para corridas de rua ficam mais baratas com Running Pass

Plataforma permite ao atleta escolher suas corridas favoritas e montar um combo. Quanto mais provas, maior o desconto.


São Paulo, outubro de 2016 – A O2, maior organizadora de corridas de rua do país, oferece mais uma vez sua plataforma de descontos para 2017: o Running Pass.

Os descontos chegam a até 35%. A empresa oferece pacotes de corrida que funcionam da seguinte maneira: quanto mais corridas selecionadas, maior o desconto. Assim, o clube incentiva as pessoas a praticarem mais esportes e, consequentemente, serem mais saudáveis.

Entre as opções disponíveis, estão as provas mais emblemáticas da O2, como Circuito das Estações, Night Run, Série Delta e Circuito do Sol. Os combos variam de 2 a 8 eventos e podem ser adquiridos em pacotes fechados ou personalizados, ou seja, quando são montados pelo próprio atleta.

Além dos eventos de 5 km e 10 km, o Running Pass também contempla as provas de corrida de montanha e meias maratonas pelas quais a O2 é responsável.

Os pacotes podem ser comprados em até 4x no cartão de crédito. Assinantes do Clube O2 ganham mais 5% de desconto sobre o valor do combo. Para conferir essas e outras informações, acesse www.runningpass.ativo.com.



Treinão de corrida

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Seja na vida pessoal ou profissional, a cada dia, a cada momento, precisamos nos superar, para assim alcançarmos novas metas e objetivos. No mundo da corrida não é diferente, treinamos e nos dedicamos o máximo possível, em busca sempre de novas conquistas e principalmente da superação, a autossuperação. 

E foi justamente a palavra “Superação” que marcou mais um encontro de corredores em Paulínia, no dia 30/10/2016. Desta vez, organizado pela Equipe Top Team, encabeçada pelo Professor Nilson Ventura, através da academia Templo Fit Paulínia, ofereceram aos atletas, tendas de recepção com frutas, sucos e água, no pré e pós treino, além de hidratação durante todo o percurso. 

Divididos em percursos de 3 km para caminhada e corrida de 5, 10, 15 e 21 km, cerca de 70 corredores de equipes diversificadas e corredores anônimos, partiram em horários diferentes, por percursos. Alguns em busca de mais um treino de velocidade ou longão de fim de semana, mas muitos em busca de superação. Muitos dos corredores presente realizaram a sua primeira corrida nos 10, 15 ou 21 km, alguns participaram pela primeira vez de um evento de corrida, mesmo que através da caminhada. 

Independente se a superação foi por conta do tempo, distância ou simplesmente pelo fato de ter acordado cedo e completado algo desejado, todos saíram felizes por terem alcançado os seus objetivos, aquilo que se propuseram a fazer.

Além de toda infraestrutura fornecida pelos organizadores, os corredores contaram também com a colaboração da NutriEnergy Paulínia, Wizard Idiomas, San Alinhamento e Balanceamento, Taqueo Frutas Celso e Giovana, Grupo de Corrida Jetlento e à Guarda Municipal, que foram sem dúvidas, apoios fundamentais para a excelente organização e realização de todo o evento. Colaboraram ainda na organização e apoio na hidratação o Paulo Sakanaka, Chaveiro Carlos, Sidney, Juninho 3D e o Bruno Vitorio.

Além de um bate papo saudável entre os corredores e troca de experiências, o encontro mostrou a todos, que no mundo da corrida, a superação depende apenas da força de vontade e muitas vezes de uma boa companhia para nos ajudar a seguir em frente e nos dar o ritmo necessário para cruzarmos a linha de chegada.

Água, isotônico ou água de coco?

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A hidratação é algo fundamental para a vida de todo ser humano, para aqueles que praticam atividades físicas, se torna ainda mais importante, isso porque, durante os exercícios, o atleta tende a perder muito líquido através da transpiração e dependendo da intensidade começa a perder também outras importantes substâncias como sódio, potássio, carboidrato, etc., por isso, além de uma boa hidratação antes da corrida, se torna importante também, a hidratação durante e após cada treino e/ou competição.

É justamente durante e após os treinos e competições que surgem uma dúvida muito comum, afinal, qual a melhor maneira de se hidratar? Água, isotônico ou água de coco?

Segundo alguns profissionais da área, como “a endocrinologista Myrna Campagnoli, do laboratório Lavoisier Medicina Diagnóstica, praticantes que não são atletas e que realizam atividades leves, com duração de até 45 minutos, podem hidratar-se apenas com água”¹.

Atletas que praticam atividades com intensidade moderada, podem optar pela água de coco, já que ela oferece boa quantidade de potássio e magnésio, alguns dos minerais perdidos durante os exercícios físicos. Por outro lado, possui baixa quantidade de sódio, mineral perdido em grande quantidade através da sudorese e de fundamental importância para o bom funcionamento do organismo. Neste caso, pode ser indicado a ingestão de algum alimento com a quantidade necessária de sódio.

Para aqueles que praticam atividade de alta performance ou corridas de longa duração, “é indicada a reposição de líquidos com isotônicos intercalados com água. O consumo deve ser de 400 a 800 ml por hora”¹, uma vez que essas bebidas possuem composição próxima a do suor, repondo assim, adequadamente os sais minerais perdidos durante a atividade. Porém, é importante lembrar que esses, são produtos fabricados com quantidade considerável de corantes, conservantes e aromatizantes, além de serem altamente calóricos, então, se o seu objetivo é o emagrecimento ou a utilização apenas de produtos naturais, é bom ficar atento na dosagem.

Independente de qual seja a intensidade ou duração da atividade, a hidratação é indispensável para a saúde e mesmo que sua escolha para a hidratação pós corrida seja o isotônico ou a água de coco, a água mineral é um item indispensável e deve ser ingerida intercalada com a outra bebida. Abaixo, alguns importantes dados de cada bebida.

Imagem: Assessocor²

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Referências:

1 - http://www.vix.com/pt/bdm/dieta/3715/agua-isotonico-ou-agua-de-coco-qual-e-melhor-opcao

2 - http://www.assessocor.com.br/noticias.aspx?QUAL+A+MELHOR+HIDRATACAO+AGUA+DE+COCO+OU+ISOTONICO&__idNot=1875

http://www.vilamulher.com.br/bem-estar/fitness/agua-de-coco-x-isotonico-qual-o-melhor-para-corredores-11-1-68-556.html

http://www.cookie.com.br/isotonico-ou-agua-de-coco-isso-ou-aquilo/#.V_0kROgrKM8


Encontro de corredores

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Correr traz benefícios para o corpo e mente. Correr em grupo traz a chance de interação com outras pessoas, conhecer novos amigos, trocar experiências, informações e dicas. Participar de um evento de corrida traz ao corredor a chance de se superar, seja em distância, tempo ou simplesmente no bem-estar. Por que não juntar tudo isso?

Foi exatamente o que fez o grupo de corrida Jetlento Team, que em parceria com a Flex Nutrition, organizou no último sábado (01/10), um encontro de corredores em Paulínia, com o objetivo de aproximar os apaixonados pelo esporte, fazer novas amizades, trocar “figurinhas” e claro, correr.

Em pleno sábado pré-eleitoral, aproximadamente 100 pessoas conseguiram deixar a preguiça de lado em uma manhã fria e com um sol convidativo, compareceram ao encontro e dividiram-se em percursos de 5, 10, 15 e 20 km. Estiveram presentes alguns grupos de corrida da cidade, Top Team, Jetlento Team, Equipe de Triathlon P2, Grupo de Corrida da Lua, além de corredores anônimos.

O ponto de encontro e largada para o treino, foi em frente a Flex Nutrition, que disponibilizou toda infraestrutura para recepcionar os participantes do evento, inclusive com hidratação e uma leve alimentação pré e pós treino, além de ponto de hidratação durante o percurso. No pós treino, os atletas contaram também com a colaboração da Clip Academia, Crossfit Clip e da equipe Top Team da Templo Fit, que contribuiu com a distribuição de água e sucos.

Ao contrário do que costuma acontecer nos eventos, onde a concentração dos corredores é realizada antes da corrida, os percursos tiveram horários de partida diferenciados, desta vez, com o objetivo de que todos terminassem os percursos por volta das 9h, para assim, sem pressa ou ansiedade, pudessem conversar e confraternizar o momento.

O sucesso do encontro, deu-se em decorrência da excelente recepção realizada pelos organizadores e pela amistosidade praticada entre os participantes, que deixaram as bandeiras de grupos de lado e decidiram simplesmente curtir e viver o momento. Afinal, uma coisa temos em comum: A paixão pela corrida.

Que venham os próximos encontros!

Save the date: 30/10, data do 1º encontro de corredores Top Team Templo Fit.

Save the date: 05/11, data do 2º treinão de corrida Jetlento Team e Flex Nutrition.


Corrida e gravidez

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Foto original: ESPN¹

“Gravidez não é doença, a gestante pode fazer tudo o que fazia antes”, essa é uma frase dita tantas vezes, que quase vira um mantra, muito utilizada na teoria e muito pouco na prática. Mas afinal, a gestante pode praticar atividade física? E a corrida?

Simplificando, a resposta seria “sim”, pois não só pode como é recomendado a prática de atividades físicas durante a gestação. Inclusive “a professora de ginecologia e obstetrícia da Unifesp e médica do Hospital Israelita Albert Einstein, Tathiana Parmigiano, comenta que, há três anos, a recomendação oficial vigente nos EUA é de que toda mulher grávida faça exercícios diários, inclusive as sedentárias. Salvo, óbvio, os casos especiais de gestação de risco”². Não são indicadas apenas as atividades que oferecem certo risco de quedas, como por exemplo o ciclismo.

No esporte profissional, é comum vermos atletas competindo mesmo após a descoberta da gestação, exceção dos esportes que oferecem alto risco de quedas ou coisas do tipo. Nas Olimpíadas de 2012 em Londres, por exemplo, a americana Kerri Wash estava grávida e não só disputou, como conquistou a medalha de ouro no vôlei de praia, demonstrando que o seu rendimento não foi afetado em nada.

Na corrida, não é diferente, se estiver tudo bem com a gestação e a gestante já praticava a corrida anteriormente, não existe nenhum impedimento. Não é indicado que, a mulher sendo sedentária, comece a praticar o esporte justamente na gravidez, nesse caso, é melhor optar por atividades que resultem em menos impactos, como natação e deep running. Contudo, é fundamental que a gestante (e atleta) tenha um acompanhamento profissional conjunto, do seu obstetra e treinador, durante todo o período de gestação/treinamento, a fim de avaliarem o seu estado, fazendo assim ajustes necessários nas rotinas de treino. 

Segundo alguns profissionais, o ideal é que nos três primeiros meses, os exercícios tenham uma intensidade mais leve, a fim de não elevar a pressão arterial da atleta e é importante lembrar que esse é o período de formação do feto. Após esse período, as atividades podem ter a intensidade aumentada gradativamente e podem permanecer até que o obstetra peça que a atividade seja interrompida. Durante a pesquisa sobre o assunto, encontrei alguns relatos, em que a gestante praticou a corrida até por volta da 32ª semana de gestação. 

Durante a gravidez, por conta da barriga que cresce a cada dia, a atleta passa a ter o centro de gravidade alterada, sentindo maior dificuldade para manter o equilíbrio do corpo, ficando assim, mais suscetível a entorses e outras lesões, por isso se torna fundamental seguir a risca todas as orientações tanto do obstetra como do treinador.

Além de desfrutarem dos já conhecidos benefícios da corrida, acredita-se ainda, que as gestantes possam obter outros bons resultados, embora não existam estudos comprobatórios. “Como a resistência física dessas mulheres é maior, o parto tende a ser mais tranquilo”³ e levando em conta que a corrida libera grande quantidade de endorfina, tida como um antidepressivo natural, o risco de depressão pós-parto tende a ser menor. 

As atividades físicas, acompanhadas de uma boa alimentação, hidratação e demais orientações médicas, proporcionam às mulheres uma gestação saudável e feliz. Por fim, vale lembrar que mãe e bebê vivem em sintonia, no entanto, quanto melhor a saúde da mãe, melhor a saúde do bebê. Assim sendo, cuide-se ou ajude a sua parceira a se cuidar.


Esse texto é em homenagem a todas as mamães e futuras mamães corredoras e também à minha esposa, Adriana Lima, que ainda não é corredora, mas em aproximadamente um mês dará a luz ao nosso pequeno Lucca.

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Referências:

1 - http://espnw.espn.uol.com.br/corrida-e-gravidez/

2 - http://www.suacorrida.com.br/corpo-de-mulher/gravidez-x-corrida-tudo-o-que-voce-precisa-saber/ 

3 - http://www.webrun.com.br/h/noticias/gravidez-e-corrida-uma-parceria-que-da-certo/6183

http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/gravidez-corrida-combinam-bem-15593108

http://www.aminhacorrida.com/a-corrida-e-a-gravidez/

http://corremulherada.com.br/minha-corrida-mari-frioli-correndo-gravida/

Endorfina

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Foto: Assessocor

O vocabulário do corredor é vasto, são muitas palavras e gírias, muitas vezes, não tão comum assim, entre elas está a endorfina. Embora não seja uma palavra exclusiva da corrida, está sempre presente no nosso dia a dia. Mas afinal, o que é a tal da endorfina que tanto se ouve falar?

Estudando a etimologia da palavra, endorfina vem da junção de endo (interno) e morfina (analgésico), então, como o próprio nome sugere, a endorfina é uma espécia de analgésico desenvolvido internamente, no caso, no nosso corpo.

A endorfina é um neurotransmissor, substância natural produzida pelo cérebro (glândula hipófise) através de estímulos gerados pelas atividades físicas aeróbicas, como por exemplo, a corrida, ciclismo, natação, etc. A endorfina “regula a utilização de hidratos de carbono (carboidratos) como forma de energia, estimulando a queima de gordura corporal como forma de energia”¹.

Na prática, a endorfina é o que causa aquela sensação de euforia e bem-estar após um treino ou corrida, por mais cansativo que tenha sido. Como dito acima, a endorfina é considerada uma espécie de analgésico natural e além desse benefício, “acredita-se que as endorfinas controlem a reação do corpo à tensão, regulando algumas funções do sistema nervoso autônomo como as contrações da parede intestinal e determinando o humor. Elas podem também regular a liberação de outros hormônios”² e ajuda no combate ao estresse, no relaxamento e até mesmo no sono.

Parte do tão conhecido “bichinho da corrida” se deve justamente a liberação da endorfina e os efeitos por ela causados. É muito comum vermos pessoas que afirmam não viverem mais sem a corrida, se sentem mal quando passam muitos dias sem correr, sentindo até mesmo irritabilidade, tensão, cansaço e outros sentimentos negativos. Isso ocorre, porque “uma vez que o organismo se acostuma com as boas sensações geradas, isso gera uma espécie de dependência, ou seja, o corpo sente falta das substâncias liberadas pelo exercício, como a própria endorfina”¹. 

Espero que o exposto acima, ajude àqueles que não correm, a compreender um pouco do porquê sentimos tanto prazer mesmo estando esbaforido ou o porquê nos sentimos mais cansados quando ficamos em casa sem correr. Para aqueles que correm, o exposto acima, serve apenas para compreender um pouco mais do que se sente quando corre. 

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Referências:

1 - http://www.assessocor.com.br/noticias.aspx?__idNot=664

2 - http://www.assessocor.com.br/noticias.aspx?__idNot=230

http://globoesporte.globo.com/blogs/especial-blog/leo-tubarao/post/o-que-e-endorfina-e-como-ela-funciona-no-seu-corpo.html

http://www.atletx.com.br/vida-de-atleta/treinamento/endorfina-o-barato-da-corrida

Os músculos da corrida

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Costumamos dizer, que quem corre pela primeira vez, descobre músculos que nem sabia que existia, nem para que existia. Mas e você, sabe quais músculos são trabalhados durante a corrida? Ou qual a função deles?

O nosso corpo, conta com mais de 600 músculos, com tamanhos e funções diversificadas e boa parte desses músculos, são utilizados durante a corrida, alguns com mais intensidade que outros, mas todos com funções específicas. 

Os músculos envolvidos na corrida, podem ser divididos basicamente em três grupos: os músculos dos membros inferiores, os músculos do tórax e por fim, os músculos dos membros superiores.

Como todos já sabem, os membros inferiores são os mais exigidos durante a corrida e para isso contam com uma série de músculos, desde os músculos dos pés, que tem como principal função estabilizar toda a articulação do tornozelo e auxiliar na absorção do impacto, até os músculos da coxa e do quadril, que têm a função de estabilizar os joelhos e auxiliar na flexão do quadril, a fim de evitar a sobrecarga nos mesmos. Entre os principais músculos desse grupo podemos citar:
  • Quadríceps (músculo anterior da coxa) – É o principal membro de apoio e se contrai para impedir o choque, faz o movimento de extensão, voltado para a impulsão e mantém o posicionamento do joelho durante o ato de tração do membro inferior sobre o solo; 
  • Reto femoral – É um dos quatro músculos que compõe o quadríceps, junto com o vasto medial, vasto lateral e vasto intermediário, além das funções do quadríceps, o reto femoral auxilia na flexão da coxa; 
  • Grande glúteo – Um dos principais músculos para o apoio, auxilia na extensão da coxa, ajuda a manter o tronco ereto e reforça as articulações do quadril e joelho; 
  • Bíceps femoral – Juntamente com outros dois músculos, o semimembranoso e o semitendinoso, fazem a flexão e extensão da perna; 
  • Panturrilha – Uma de suas principais funções, é a de “bombear o sangue dos membros inferiores de volta para o músculo cardíaco¹”. 
Os músculos do tórax, são responsáveis por dar equilíbrio ao corpo e entre eles, os principais são:
  • Abdominais – Responsável pela estabilização do tronco e pela diminuição da carga e impacto na coluna vertebral. O reto abdominal, é a parte mais exigida do abdômen durante a corrida, além dele, os oblíquos externos e internos exercem grande papel, principalmente na estabilização durante o movimento. 
  • Dorsais – Junto aos músculos abdominais, formam o tão conhecido core e possui a mesma função de estabilizar o corpo e diminuir a carga e impacto na coluna vertebral. 
Por sua vez, os músculos dos membros superiores também exercem papel importante durante a corrida, apesar de muitos desconhecerem tal informação. Os músculos deste membro têm papel fundamental na biomecânica da corrida, além de auxiliar o corpo na distribuição da força. Quando não bem preparados e fortalecidos, o atleta pode acabar impondo mais energia do que o necessário para a execução da atividade, resultando assim, em maior fadiga e possíveis lesões. Os músculos mais exigidos deste grupo são:
  • Deltóide (ombro) – O deltóide anterior e posterior fazem o movimento do pêndulo, para frente e para trás, ajudando assim a dar maior equilíbrio ao corpo; 
  • Bíceps – Junto com o braqueal anterior, fazem a flexão do braço, que aprimorará o pêndulo realizado pelos deltóides. 
Esses, são apenas alguns dos muitos músculos exigidos durante a corrida e ter o conhecimento de sua existência e função, se torna importante para passarmos a dar mais atenção e preparo para os mesmos.

Assim como os treinamentos, acompanhamento profissional, alimentação, hidratação, etc., o bom fortalecimento de todos esses músculos pode ser um grande diferencial, trazendo melhores resultados e desempenhos, além de se tornarem menos suscetíveis à lesões. 

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Referências:

1 - https://www.ativo.com/fitness/treinamento-fitness/musculo-a-musculo-fortalecimento-da-panturrilha/

http://www.jmaratona.com/2008/05/os-msculos-da-corrida.html

https://www.ativo.com/corrida-de-rua/iniciantes/a-importancia-dos-musculos-na-corrida/

http://globoesporte.globo.com/eu-atleta/saude/noticia/2014/09/quais-os-musculos-mais-usados-na-hora-de-correr-ortopedista-mostra.html

http://balance.pt/1185-os-abdominais-e-a-corrida

Regenerativo

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Foto: Globo Esporte¹

A grande maioria dos corredores, seja ele amador ou profissional, tem como objetivo correr cada vez mais rápido ou cada vez mais longe. Porém, para isso, às vezes, por mais contraditório que pareça ser, é necessário correr numa distância menor e mais lenta, pois dependendo do esforço imposto nos treinamentos anteriores, o organismo precisará de descanso e recuperação adequada. É através da recuperação que os músculos se adaptam aos estímulos sofridos durante os treinamentos e corridas.

Antes porém, é preciso entender que nem todos os corredores precisam realizar os treinamentos regenerativos. Alguns profissionais indicam que atletas que realizam até 3 treinos por semana, não necessitam de treinamentos regenerativos, desde que mantenham uma variação de treinos e um descanso entre eles, além disso, após uma prova ou treino muito exigente o atleta pode “simplesmente eliminar um ou dois treinos, para que o corpo se recupere totalmente”². 

Para os demais atletas, que treinam 4 ou mais vezes por semana, o regenerativo pode ser fundamental para a boa recuperação dos músculos, pois, “após um treino de alta intensidade, as fibras musculares sofrem microlesões, e ao contrário do que se parece, continuar correndo, porém em baixa intensidade, ajuda na recuperação dos músculos, pois ativa a circulação e leva oxigênio para os grupos musculares que auxiliam também na remoção do ácido lático e substratos liberados na corrente sanguínea em decorrência de um esforço intenso”³.

Os treinos regenerativos, geralmente são feitos através de corridas mais leves, com duração de aproximadamente 30 minutos e sempre nas zonas alvo Z1 ou Z2, nunca ultrapassando 70% da FCMáx. Existem ainda outras atividades que podem ser utilizadas com regenerativas, como por exemplo, o ciclismo, natação, deep running, entre outras, que podem dar estímulos diferentes aos músculos e contribuir para a melhora do condicionamento físico.

É preciso ter sempre em mente que quanto maior for o desgaste, maior também deverá ser a recuperação e consequentemente, menor deverá ser o esforço e ritmo no treino regenerativo. Alguns profissionais indicam ainda, a importância do day off (dia sem exercícios) após atividades mais desgastantes, em especial para os corredores menos experientes.

Assim como nos esforçamos ao máximo para seguir um treino mais forte, devemos também nos esforçar ao máximo, para a realização dos treinos mais fracos, com um pace mais lento. Toda parte da preparação é importante: treinamento, alimentação, hidratação, recuperação, prevenção, etc., por isso, seguir as orientações do seu professor é fundamental para o melhor desempenho na corrida.

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Referências:

Foto: 1 - http://globoesporte.globo.com/eu-atleta/treinos/noticia/2014/05/regenerativo-permite-que-voce-se-recupere-para-o-treino-mais-pesado.html

2 – http://www.midiasport.com.br/blog/2010/09/03/treino-regenerativo-quem-precisa/

3 – http://www.runningnews.com.br/noticias/o-que-e-o-treinamento-regenerativo/2014/05/

http://www.suacorrida.com.br/treino-finisher/evolua-na-corrida-com-o-treino-regenerativo/

Os benefícios da corrida em grupo

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Com a popularização e o crescimento exponencial da corrida de rua, é natural também o crescimento dos grupos de corridas, sejam eles informais, como um grupo de amigos e familiares, ou formais e profissionalizados, representados principalmente através das acessórias esportivas, academias ou empresas que buscam melhorar a qualidade de vida dos seus funcionários.

A corrida por si só, já traz grandes benefícios, em especial para a saúde, para todos os praticantes e justamente por esse motivo, os grupos de corrida vem ganhando cada vez mais adeptos, que visam uma melhor qualidade de vida. Consequentemente, através do grupo de corrida, essas mesmas pessoas passam a desfrutar de outros benefícios, principalmente na parte emocional e social.

O benefício da corrida em grupo mais citado em sites, revistas e afins, são relacionados à socialização, como a oportunidade de conhecer novas pessoas tanto no âmbito pessoal, como no âmbito profissional. Outros benefícios ainda citados, são em relação a segurança, motivação e comprometimento.

Do meu ponto de vista, a corrida em grupo, proporciona benefícios maiores ainda. Para os iniciantes, é a oportunidade de perceber que existem outras pessoas no mesmo ritmo que ela, que nem todos correm rápido ou longe, mas que todos dão o seu melhor a cada dia e que todos evoluem com o passar do tempo. Para aqueles que praticam corrida a um certo tempo, é a oportunidade de trocar informações, sugestões, dicas, participar de competições diferentes, como revezamento, dentre outras coisas.

Não podemos esquecer ainda, dos momentos que desanimamos, perdemos o estímulo para treinar, não conseguimos melhorar o nosso ritmo ou pace, as vezes chegamos a um ponto em que uma planilha já não é mais suficiente, parece que estamos parado no mesmo lugar e dali não saímos mais. Daí a força de um grupo de corrida pode fazer toda a diferença. Com certeza existirão pessoas que te incentivarão do início ao fim, te darão estímulos para treinar cada dia com mais vontade e prazer, uma pessoa com um ritmo maior que o seu, vai acabar te ajudando a melhorar o seu ritmo e desempenho.

Com tudo o que disse acima, não quero dizer que correr sozinho não seja bom e benéfico, muito pelo contrário, dependendo dos seus objetivos e do tipo de treinamento que está realizando, a corrida sozinho pode ser fundamental para o desempenho e resultados visados. Tudo é uma questão de avaliação de seu momento e objetivos. 

Corri sozinho durante alguns anos, depois em dupla e hoje tenho o prazer de correr em equipe, que entrou em minha vida em um momento que já não acreditava mais na minha evolução, achava que correria 10 km pra sempre e sempre no mesmo ritmo, hoje já consigo vislumbrar novas marcas e novas distâncias. Aqui, o meu muito obrigado a muito mais do que uma equipe, a família Top Team da Templo Fit Paulínia.


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Referências:

http://doutissima.com.br/2015/06/20/saiba-como-fazer-parte-de-um-grupo-de-corrida-14701385/
http://www.equipesaudepramover.com.br/correr-e-caminhar.php

Fratura por estresse no calcâneo

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Foto: Clube de Corrida 12km¹

Lesões são as verdadeiras dores de cabeça de qualquer atleta, afinal, por causa delas muitas vezes se é impedido de dar continuidade em um treinamento ou até mesmo atingir metas e objetivos preestabelecidos. No entanto, conhecer as lesões e os seus sintomas se torna fundamental e pode ajudar tanto na prevenção, como no rápido diagnóstico.

Entre todas as lesões sofridas pelos corredores, talvez pés e joelhos sejam os que mais sofram devido ao alto grau de impacto e esforço sofrido. Dentre as mais variadas lesões, algumas já tratadas aqui no blog, venho hoje falar da fratura por estresse do calcâneo.

O calcâneo é o maior osso do calcanhar, fica na parte posterior do pé e tem como principal função manter a postura vertical e suportar o peso do corpo, possibilitando assim o andar de forma adequada. 

A fratura por estresse do calcâneo, ocorre principalmente em pessoas que fazem uso recorrente do osso do calcanhar, que é o caso de corredores, jogadores de vôlei, basquete, dançarinos, etc. O “esforço físico repetitivo aumenta as solicitações ósseas que, quando ultrapassam a resistência normal, ocorre a substituição da deformação elástica pela deformação plástica, isto é, não há retorno à situação anterior e, caso as exigências continuem, instalam-se microfraturas, prevalecendo então a reabsorção óssea”², que ao chegar neste ponto, o osso sofre fissuras microscópicas, que nada mais são do que a fratura por estresse.

Alguns dos principais sintomas dessa lesão, são inchaço e inflamação na região do calcanhar e a impossibilidade de suportar o peso do corpo no calcanhar, onde as dores tendem a ser mais fortes enquanto estiver andando ou pegando peso. Entre os principais fatores de risco, podemos citar o sobrepeso, o uso de tênis inadequados para a corrida e a postura errada durante a corrida.

Assim como maioria das outras lesões, ligadas principalmente aos pés e joelhos, os principais meios de prevenção são: 

  • Uso de tênis próprio para a corrida; 
  • Evitar o sobrepeso; 
  • Aumentar carga e volume de treinos gradativamente; 
  • Alongamento e aquecimento dos membros inferiores antes e após os treinos. 

Como sempre é indicado, nos primeiros sinais da lesão, um ortopedista deve ser consultado, a fim de realizar os exames e acompanhamento necessário. Se diagnosticado a lesão, as atividades de alto impacto devem ser interrompidas durante algumas semanas e o tratamento com fisioterapia poderá acelerar o processo de recuperação. Atividades como o deeprunning (corrida na água) também são fortes aliados durante esse processo. 

Fique sempre atento aos sinais do corpo e procure um profissional no surgimento de dores e desconfortos contínuos, pois quanto mais cedo se identifica uma lesão, mais fácil e rápido se torna a recuperação.

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Referências:

1 - http://clubedecorrida12km.blogspot.com.br/2014/03/fratura-por-estresse-do-calcaneo.html

2 - http://www.milton.com.br/esporte/saiba_mais/ort_3.htm

http://globoesporte.globo.com/eu-atleta/noticia/2012/04/saiba-como-tratar-fratura-por-estresse-em-calcaneo.html

http://saude-info.info/fraturas-por-estresse-do-calcaneo.html

Correr é uma arte!

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Correr é a arte de manter-se em movimento e ao mesmo tempo relaxado, estar disperso e ao mesmo tempo concentrado, querer chegar logo ao final, mas que a cada dia esse final seja um pouco mais longe.

Correr 5, 10, 21, 42 km ou qualquer outra distância, não é tarefa nada fácil, requer disciplina, força de vontade e determinação. Assim como o artista, para o corredor as vezes é necessário uma inspiração ou motivação, mas após finalizada sua obra de arte, orgulha-se plena e merecidamente pelo seu feito.

Muitas pessoas acreditam que não são capazes de correr, baseado apenas no fato de sentir-se cansado ao tentar alcançar o ônibus ou subir alguns lances de escada. Se você pensa assim, tenho uma ótima notícia: Você também é capaz de correr, alcançar seus objetivos e orgulhar-se de marcas incríveis.

Me faço sempre de exemplo, pois quando comecei a correr, por necessidade, mal conseguia ficar 8 minutos na esteira, com o passar do tempo passei a ter mais resistência e prazer em correr. Foi então, que comecei a ler sobre os benefícios da corrida e mais do que isso, passei a senti-los. Por esse motivo sempre busquei incentivar outras pessoas a conhecerem essa arte que é a corrida e consequentemente desfrutar dos benefícios que ela nos traz. 

O blog Corrida nossa do dia a dia, nasceu justamente com o objetivo de me ajudar a levar os meus pensamentos e sentimentos em relação a corrida ao maior número de pessoas possíveis. Além disso, compartilhar informações úteis e curiosidades desse esporte que cresce a cada dia.

Longe ou perto, rápido ou devagar, isso são meros detalhes, o que importa é desfrutar da arte que é a corrida.


Thiago Silva Lima



Conheça o RunAdvisor!

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Seja para um corredor experiente ou para os iniciantes, escolher uma prova de corrida de rua pode ser uma tarefa arriscada. Como você pode saber se a prova que você escolheu vai atender às suas expectativas? Você passou meses treinando e se dedicando e ainda corre o risco de chegar no dia da prova e ter uma grande decepção.

O RunAdvisor surgiu para resolver esse problema. O site é uma plataforma de compartilhamento de avaliações de corridas de rua. Todos os corredores são bem vindos para entrarem no RunAdvisor e avaliarem as corridas que já participaram. Além de avaliar, qualquer corredor também pode ler as avaliações que já foram feitas e assim, "conhecer" um pouco melhor a corrida que deseja participar antes de se inscrever.

Em cada avaliação, o corredor tem a oportunidade de dizer o que achou do kit, do percurso, da organização e do custo através de notas que vão de 1 a 5. Além disso, existe um espaço livre para comentários, carregamento de fotos e vídeos. 

Algumas provas, como a Maratona do Rio, por exemplo, já recebeu quase 200 avaliações no RunAdvisor. São 200 corredores dizendo abertamente o que acharam da prova, compartilhando as suas experiências, fotos e vídeos. Quer informação mais preciosa do que essa?

Portanto, convidamos aqui à todos que acompanham esse blog para entrarem no site do RunAdvisor e realizarem a sua primeira avaliação! A experiência que cada um teve com uma determinada prova pode ajudar muito outros corredores a decidirem qual será a sua próxima prova.

Segue o link para fazer a sua primeira avaliação: www.runadvisor.com.br

Um forte abraço à todos,

Guilherme Torres, criador do RunAdvisor.

Auto sabotagem

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Segunda-feira pode ser considerado o dia das mudanças, ou, pelo menos, seria, se conseguíssemos cumprir parte das nossas promessas. Afinal, uma das coisas que mais ouvimos e as vezes falamos, são promessas de mudanças para a próxima semana, para a próxima segunda-feira, tais como: “semana que vem eu entro na dieta”, “semana que vem começo meu novo projeto”, “na próxima segunda vou pegar firme nos estudos”, essas são apenas algumas das mais diversas e famosas frases que ouvimos diariamente.

Na corrida também é assim, existem sempre aquelas pessoas que prometem mudanças ou melhorias, mas que muitas vezes não passam de meras promessas. Você pode sempre deixar o seu treino para amanhã, para a semana que vem, para o mês que vem, mas precisa ter a consciência de que todo o ganho e melhora também ficarão para depois. A verdade é que se você não fizer hoje, ninguém poderá fazer por você. É Aquela famosa frase “quem quer arruma um tempo, quem não quer arruma uma desculpa”. 

Eu não fujo à regra, muitas vezes deixei de fazer um treino ou de me empenhar um pouquinho mais por uma desculpa qualquer. Vejo isso como uma auto sabotagem, onde o único que sai perdendo sou eu mesmo. Apesar de essas serem as maneiras mais comuns, mesmo que não intencional, não acredito que sejam as únicas formas de se auto sabotar.

Cortar caminho e pausar relógio, são outros exemplos do que considero uma auto sabotagem. Você pode demonstrar um ótimo tempo para as outras pessoas, ou chegar na frente de todos, mas, na verdade, no fundo você sabe que não foi merecedor disso, afinal não fez o que estava proposto. Talvez, uma das maiores auto sabotagem que existe no mundo esportivo, seja profissional ou amador, é o doping, algo que nem precisamos falar muito, pois todos já sabem o quanto é prejudicial, desleal e completamente antidesportivo.

Você não precisa ser melhor que ninguém, não precisa provar nada para ninguém, busque apenas o melhor de si mesmo e assim verás que consegue alcançar todos os seus objetivos, sem nenhum “deslize”. A corrida é uma competição apenas para os atletas profissionais de alto nível, para os demais é apenas um modo de vida, de se sentir bem, de fazer algo de bom para si.

De toda forma, para aqueles que buscam sempre dar um passo à frente, seja melhorando o tempo ou aumentando a distância, a força de vontade e determinação em cada treino é fundamental, sem pular etapas, nem deixar nada para depois.

E aí, vai deixar o treino para amanhã?


Thiago Lima

Zonas de treinamento

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Sabemos que a regularidade nos treinos é fundamental para o melhor desempenho de qualquer atleta, porém, não basta apenas correr o máximo em todos os treinos, realizar treinos diferentes e trabalhar com as “zonas alvo” pode ser um grande aliado para a melhoria do desempenho.

Para saber distinguir as zonas de treinamento, é necessário saber primeiramente a sua frequência cardíaca máxima (FCmax), que pode ser identificado através de teste de esforço, porém embora não seja preciso, pode ser encontrada através de uma conhecida fórmula: 220 menos sua idade.

Existem 5 tipos de zonas alvo, cada uma tem o seu objetivo e função:

Zona de Manutenção (Z1) – É identificada em algumas planilhas de treino como atividade muito leve, onde a frequência cardíaca deve oscilar entre 50 e 60% da sua FCmax. É a zona de treinamento mais indicada para iniciantes que buscam sair do sedentarismo e para os atletas que treinam com alta intensidade, essa zona é ideal para o aquecimento e desaquecimento. Fortalecimento do coração, redução da gordura corporal, colesterol, pressão sanguínea e redução do risco de doenças degenerativas, são alguns dos benefícios dos exercícios realizados dentro desta zona de treinamento.

Zona de Aeróbia Lipolítica (Z2) - É identificada em algumas planilhas de treino como atividade leve, onde a frequência cardíaca deve oscilar entre 60 e 70% da sua FCmax. Nesta zona, o organismo passa a utilizar mais a gordura como fonte de energia, fortalece ainda mais o coração e passa a desfrutar dos efeitos positivos do treinamento aeróbico.

Zona Limiar Aeróbia (Z3) - É identificada em algumas planilhas de treino como atividade moderada, onde a frequência cardíaca deve oscilar entre 70 e 80% da sua FCmax. Aqui, além de continuar fortalecendo o coração, o sistema respiratório passa ter grandes benefícios, como aumento da capacidade pulmonar e aumento do número e tamanho dos vasos sanguíneos. Os treinamentos nessa zona visam a resistência física.

Zona Mista (Z4) - É identificada em algumas planilhas de treino como atividade intensa, onde a frequência cardíaca deve oscilar entre 80 e 90% da sua FCmax. Nesta zona o organismo passa a trabalhar em busca da melhor circulação de oxigênio nos pulmões e no sangue, ajudando na resistência do ácido lático. Com o tempo o desgaste físico tende a diminuir.

Zona de Esforço Máximo (Z5) - É identificada em algumas planilhas de treino como atividade muito intensa, onde a frequência cardíaca deve oscilar entre 90 e 100% da sua FCmax. Os treinamentos nesta zona, são geralmente realizados por atletas que precisam de explosão, como corredores de curta distância, e devem ser realizadas pouquíssimas vezes, devido ao alto risco de lesão e devem ser sempre acompanhado por trechos com zonas mais leves.

O acompanhamento de um profissional é fundamental para a realização dos treinamentos em cada zona, uma vez que o mesmo é capacitado para identificar e associar a necessidade individual do atleta com o tipo de treinamento necessário para alcançar os objetivos.

Respeitar o tempo em cada uma das zonas de treinamento é muito importante para o desenvolvimento e melhora de rendimento, por isso, respeite a planilha feita pelo seu treinador, sem “pular zonas” e em pouco tempo perceberá as mudanças positivas.

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Referências:

https://o2porminuto.ativo.com/corrida-de-rua/noticias/zonas-de-treinamento-3503/
http://www.copacabanarunners.net/zona.html
http://globoesporte.globo.com/eu-atleta/treinos/noticia/2013/10/frequencia-cardiaca-x-treino-saiba-medir-intensidade-do-seu-esforco.html
http://horadotreino.com.br/frequencia-cardiaca-de-treino/


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