8° Desafio 28 Praias

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No último sábado, 14/04, aconteceu em Ubatuba, o 8° Desafio 28 Praias e como de costume, a equipe Top Team esteve presente e mais uma vez conquisto pódio, com um 4º lugar no quinteto masculino. Dessa vez, a equipe participou com 23 corredores, divididos em quartetos, quintetos, meia maratonistas e maratonistas.

Não participaria da prova até semanas antes, porém, um grande amigo, Serjão, não pôde participar, devido a compromissos do trabalho, fui então, incumbido de substituí-lo. Por ser um quarteto e a competição contar com 5 trechos, alguém precisaria fazer 2 trechos, assim, aceitei o desafio de fazer o primeiro e o terceiro trecho. A alegria e expectativas eram altas, a ansiedade mais ainda, mas essa durou apenas até a hora da largada.

Acostumado a correr na rua, os 15 km do primeiro trecho, que eram apenas de trilha e um pouco de praia, foram absurdamente pesados para mim e no meio do percurso comecei a me perguntar: O que estou fazendo aqui? Porque aceitei essa loucura?

Essas dúvidas permaneceram por um bom tempo em minha mente, tentei me concentrar na corrida, tirar o foco dos kms que não passavam, admirando as maravilhosas paisagens que tinham no percurso, mas as subidas sem fim e as dores que comecei a sentir no estômago, fizeram com que as perguntas voltassem à minha mente. Me agarrei na força de vontade, como me agarrei nas cordas em algumas subidas, evitei que os tropeços em raízes e escorregões na lama se tornassem tropeços e escorregões em meu ânimo, busquei acreditar que da mesma forma como as paisagens compensavam o difícil caminho, o resultado final compensaria as dores e o esforço.

Meu tempo não foi nada bom e percebi que não seria a partir do 6º km, mas essa foi a menor das minhas preocupações, tinha que terminar, precisava terminar, pela minha equipe, que dependia disso para que continuassem, por mim, que precisava mostrar pra mim mesmo que seria capaz. Então, mesmo devagar, aos trancos e barrancos cheguei ao final, com o sorriso da minha amiga e companheira de equipe, Sandra Usuda, que seria a próxima a correr, me mostrando que tinha vencido a mim mesmo.

Mas isso não foi tudo, após completar os 15km, tive cerca de 40 minutos de descanso para mais uma vez voltar a correr, dessa vez foram 5km, em um percurso mais fácil e já conhecido por mim, mas o que não esperava era que o cansaço, que já me consumia, fizesse com que os 5 km parecessem 10 km. Porém, com um misto de corrida, trote, caminhada, sol, areia e mar, completei meu segundo trajeto do dia, dessa vez sendo esperado pela Maria Cristina, daí em diante era só agradecer a Deus, lamentar as dores e aguardar a chegada do último integrante da equipe, o Fábio Jacometto.

Apesar das dificuldades, como sempre, foi maravilhoso e gostaria de agradecer a minha equipe pelo companheirismo e paciência. Gostaria também de parabenizar os outros competidores Top Team, o quinteto do pódio, Edvaldo, Cícero, André, Valter e Paulo Sakanaka e os corajosos maratonistas Thiago e Ivo, os meia maratonistas Leo e Du e os participantes dos outros grupos, Elisângela, Lidiane, Aurora, Diego, Júnior, Danilo, Ricardo e Paulo e como sempre ao nosso professor Nilson Ventura por todo apoio, organização e incentivo, além claro, de todos os patrocinadores e todos que vieram nos dar suporte na corrida ou ficaram, mesmo de longe, na torcida por nós.

Talvez pareça drama em demasia para poucos kms, mas foi assim que vivi os kms mais pesados que enfrentei até agora e apesar de tudo, saí orgulhoso e feliz comigo mesmo e com uma promessa que jamais farei tal loucura novamente. Será?


Ansiedade antes da corrida

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Foto: PDH Psicologia*

Sou, assumido, uma pessoa mega-ansiosa, seja com viagens, planos futuros, almoço de final de semana, ou até mesmo com uma publicação de texto aqui no blog. Já é comprovado cientificamente, que a corrida é um ótimo "remédio" contra a ansiedade e eu posso atestar que isso é realmente verdade. Mas aí me veio uma dúvida: e quando a ansiedade é justamente por conta da corrida? O que fazer?

Como sempre, fiz uma pesquisa relacionada ao assunto em diferentes sites de corrida, a fim de encontrar dicas que pudessem ser úteis para controlar, ou pelo menos, amenizar a ansiedade e felizmente, encontrei muitas dicas, desde atletas profissionais, até psicólogos, que entendem toda a parte científica.

Quando se trata de uma prova específica, da qual passamos muito tempo nos preparando, uma boa dica para amenizar a ansiedade é estudar com calma o percurso e sua altimetria e quando possível, realizar treinos no local, pesquisando também sobre as condições climáticas do dia, fazendo com que esteja preparado e evite imprevistos. No dia da prova, busque chegar ao local da corrida com antecedência, tendo assim, tempo suficiente para realizar um aquecimento adequado.

Apesar disso, assim como o corpo, a mente de cada um age e reage de maneiras diferentes, por isso, o que serve para uma pessoa, pode não servir para você. Para algumas pessoas, por exemplo, pensar na prova pode agravar a ansiedade, nesse caso, obviamente, o ideal é tentar tirar um pouco o foco da corrida, distraindo a mente com coisas que goste, como músicas, livros, atividades física de baixa intensidade, etc., todas essas coisas podem ajudar a relaxar o corpo e a mente.

Entre diversas dicas encontradas, por mais irônico que pareça, a mais útil, pelo menos para mim, foi justamente a de não fazer nada, ou melhor, aceitar essa ansiedade como algo natural e compreender “que ela é parte integrante desse momento. Ficar preocupado com a própria ansiedade ou em tentar controlá-la irá provavelmente deixa-lo ainda mais nervoso. Mesmo se isso chegar a atrapalhar seu descanso, e não permitir uma noite adequada de sono antes do grande dia, lembre-se que seu corpo está pronto e não serão essas horas perdidas de sono que mudarão sua história”¹.

Como tudo na vida, não existe uma receita pronta. Por isso, assim como fiz, recomendo que leia, pesquise, teste e acima de tudo, tire suas próprias conclusões do que é bom para você, do que serve e do que é descartável, não apenas em relação ao tratado no texto, mas em tudo na corrida, em tudo na vida.

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Referências:

Forrest Run

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Paulínia recebe corrida inspirada em produção hollywoodiana

Promovida pela Lash Eventos, A Academia e Clip Academia, a cidade recebe prova com percursos de 5 e 10km


Em sua primeira edição, a corrida Forrest Run chega a Paulínia, interior de São Paulo, inspirada no filme Forrest Gump: O contator de histórias, uma produção de Hollywood, lançada em 1994 e que tem como ator principal Tom Hanks.

“Trouxemos essa temática para um corrida de rua, por se tratar de uma cidade que é um pólo cinematográfico e que já teve várias novelas e filmes gravados por aqui”, conta Eduardo Cohen, Diretor da Lash Eventos.

O projeto da corrida tomou proporções ainda maiores com o respaldo de duas grandes marcas no segmento fitness de Paulínia e região: a A Academia e a Clip Academia. O apoio das empresas tornou-se fundamental para engrandecer o evento, viabilizando uma estrutura ainda mais completa aos participantes.

A Forrest Run já se diferencia de demais provas da região devido a suas atrações. Os organizadores reuniram em sua infra-estrutura café da manhã, degustação de açaí, suplemento, DJ, chopp artesanal e toda tradicional festa com as equipes A Academia e Clip Academia.

A prova terá percursos de 5 quilômetros para caminhada, e 5 e 10 quilômetros para corrida. “O trajeto é bem conhecido dos corredores da região e estamos com uma equipe técnica bem preparada para dar suporte a todos atletas participantes”, explica Cohen.

As inscrições estão abertas nas Unidades A Academia e Clip Academia ou pelo site www.nexrace.com.br. Informações pelo e-mail atendimento@lasheventos.com.br.

Serviço

Corrida Forrest Run
Data: 22/04/2018
Local: Paulínia - Em frente a Prefeitura
Horário: Largada às 8h



Sobre a Lash Eventos

Idealizadora do projeto, a Lash Eventos vem se destacando na área de eventos esportivos por organizar eventos que se caracterizam pelo entretenimento que vai além da corrida em si. Proporcionar bem estar e qualidade de vida é o principal valor que norteia a empresa.

Sobre a A Academia

Referência no segmento fitness, a A Academia conta com equipamentos de referência no mercado, métodos próprios e eficientes, além de uma equipe de profissionais capacitados e especializados. Tudo isso com objetivo de manter a excelência e satisfazer os alunos com os mais variados objetivos.

Com unidades em Campinas e Paulínia, a A Academia conta com infra-estrutura moderna, ambiente climatizado, estacionamento com manobrista, espaço kids com monitor e cantina com opções saudáveis.

Sobre a Clip Academia

A Clip Academia desde 2002 tem como missão promover saúde, qualidade de vida, educação e performance em um ambiente familiar, por meio de serviço de alta qualidade com ambiente climatizado, área kids e piscina tratada com ozônio e Método Gustavo Borges de Natação, exclusividade Clip na cidade. O Grupo Clip ainda conta com o box CrossFit Clip, Clínica Eficience e Clip Academia Americana.

Como tudo começou

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Comecei a correr no início de 2012, assim, ainda me considero razoavelmente novo no mundo da corrida, porém, o esporte esteve presente em minha vida desde sempre. Quando nasci, meu pai era técnico de vôlei do time da cidade e já foi também goleiro, foi então, que com incentivo dele e da minha mãe comecei a praticar e admirar diversos esportes, em especial o futebol, o vôlei e a natação, esportes que dediquei boa parte da minha infância e adolescência.

O mundo esportivo não vingou para mim, pelo menos não profissionalmente, também sejamos francos, não era lá bom o suficiente para isso em nenhum deles, foi então que minha vida começou a tomar outros ares. Acabei me formando em Gestão de Tecnologia da Informação, área que sigo profissionalmente, mas o amor pelo esporte jamais foi deixado de lado.

Durante alguns anos, com o tempo mais curto, devido a trabalho e estudo, o único meio de fazer atividade física era através da academia. Procurava então fazer musculação todos os dias, até que em uma das minhas avaliações físicas, a minha orientadora falou que eu precisava começar a fazer algum tipo de atividade aeróbica, já que apesar de magro estava com uma porcentagem de gordura muito elevada para a minha idade. Foi então que surgiu a corrida em minha vida, as primeiras semanas foram torturantes, mal conseguia fazer 8 minutos de esteira, até que com o tempo, passei a ter gosto e fui criando maior resistência.

Corria apenas na esteira da academia, até que um certo dia, alguns amigos me convidaram para participar de uma corrida de rua. Eram 5,5 km e sinceramente, não acreditava que seria capaz, mas no dia da prova, chegando no local, percebi como o clima era contagiante, pessoas de todas as idades, amigos, famílias, todos rindo, conversando, tirando fotos, foi então que definitivamente me apaixonei pela corrida e sim, consegui completar todo o percurso.

Desde então comecei a buscar outras provas e a focar mais nos meus treinamentos, sempre com o objetivo de me superar, seja em tempo ou distância, isso trazia compromisso, metas e alegrias para minha vida. Passei por momentos bons e ruins na corrida, enfrentei lesões, algumas mais simples e de rápida recuperação, outras mais graves, como uma torção de tornozelo, que me obrigou pendurar os tênis por quase 6 meses, mas em todas elas obtive aprendizado. Já corri sozinho durante muitos anos, em dupla e hoje tenho o privilégio de correr com uma equipe, Top Team Paulínia, que se tornou a extensão da minha família.

Desde a minha primeira prova, a corrida deixou de ser uma obrigação em prol da minha saúde e passou a ser meu lazer, minha terapia, meu melhor momento comigo mesmo, meu desejo hoje é poder levar meus sentimentos e os benefícios da corrida para outras pessoas, para quem sabe, passarem a desfrutar também de tamanha felicidade e bem-estar.

Já fiz maratona, meia maratona e algumas dezenas de provas de diversas distâncias e apesar disso, através de cada evento que participo, continuo me encantando e me apaixonando pela corrida, com o clima que traz, a diversidade que proporciona e as incríveis mudanças que faz na vida de tantas pessoas. 
A corrida mudou minha vida, se mudou sua e tem vontade de compartilhar sua história, só nos escrever, corridanossadodiaadia@gmail.com.

Os benefícios da batata-doce

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Muitos alimentos já são conhecidos por unirem o útil ao agradável, juntar o bom paladar com inúmeros benefícios para a saúde e de quebra, ajudar no rendimento dentro das atividades físicas. A batata-doce, é um desse alimentos e que apesar de estar popularmente conhecido como um bom alimento para quem malha e busca o ganho de massa magra, ela é também uma ótima aliada dos corredores.

A batata-doce é uma fonte de carboidratos complexos, capaz de dar mais energia ao organismo, sem deixar que ocorra uma queda de glicose. Devido ao seu baixo nível glicêmico e por ser rica em fibras, a digestão desse alimento acaba sendo mais lenta, ajudando a evitar picos de insulina, que podem gerar o acúmulo de gordura localizada e traz também uma sensação de saciedade mais prolongada, assim, tais fatores, tornam a batata-doce um ótimo alimento na luta contra a balança.

Além dos já citados benefícios, a batata-doce é uma ótima fonte de potássio e vitaminas antioxidantes, como o betacaroteno, que ajudam a evitar lesões ligadas à corrida, agem na defesa do organismo e combatem os radicais livres formados durante a prática esportiva e que induzem ao envelhecimento precoce.

Ainda tem mais, “a batata-doce pode fornecer mais do que 250% do valor diário de vitamina A na forma de betacaroteno, um potente antioxidante. As batatas-doces são também uma boa fonte de vitamina C, ferro e de minerais tipo manganês e cobre”¹, esses minerais são fundamentais para se ter uma função muscular mais saudável, a ausência desses minerais podem impactar diretamente, de forma negativa, no desempenho da corrida.

Apesar de tantos benefícios, é sempre importante lembrar que não existe alimento milagroso, a melhora de performance, resultados, corpo mais saudável, etc., se passa através de uma junção de fatores como treinos adequados, hidratação e alimentação correta, por isso o acompanhamento profissional se torna fundamental.

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Referências:

Distensão muscular

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Foto: Mercur*

Constantemente vista em jogadores de futebol, mas também presente, com certa frequência, entre os corredores, a distensão muscular pode aparecer como uma fisgada e/ou um estalar no músculo.

Também conhecida como estiramento muscular, a distensão muscular é uma lesão, de certa forma, comum, que pode acontecer em qualquer grupo muscular, porém, uma das regiões que mais sofrem com esse problema, é a região dos músculos posteriores da coxa.

Durante a corrida, os músculos, em especial dos membros inferires, são contraídos forte e repetidamente, quando exigidos ou alongados em excesso, o músculo pode ser “submetido a uma tração excessiva levando à sobrecarga das miofibras e, consequentemente, a sua ruptura”¹, que pode ser parcial ou total. Como em maioria das lesões, a dor é o principal sintoma e pode surgir durante funções simples como caminhar, estender ou flexionar as pernas, pode ainda surgir inchaço e manchas roxas, que se torna mais intensas de acordo ao grau da lesão, que variar do grau 1 ou 3:
  • Grau I – Quando as fibras musculares lesionadas não ultrapassam 5%. “A dor é localizada em um ponto específico, surge durante a contração muscular contra-resistência e pode ser ausente no repouso. O edema pode estar presente, mas, geralmente, não é notado no exame físico”¹, há pouca limitação funcional e a recuperação é relativamente rápida.
  • Grau II – Nesse caso, as fibras musculares lesionadas passam de 5% e podem chegar até 50%. As dores apresentadas são as mesmas do grau I, só que com maior intensidade e maior limitação funcional, além disso a recuperação se torna mais lenta.
  • Grau III – Nesse caso, as fibras lesionadas ultrapassam 50%, podendo chegar até mesmo a ruptura total. O edema e a hemorragia são grandes, a dor varia de moderada a muito intensa na contração muscular ou até mesmo em repouso e há uma grande limitação funcional.
Entre as principais causas dessa lesão, temos a sobrecarga de atividade, principalmente se não houver repouso adequado, a falta de condicionamento físico, má fortalecimento dos músculos ou até mesmo o início de atividades intensas sem o devido aquecimento. Assim, o fortalecimento muscular, aquecimento antes das atividades, aumento progressivo de intensidade e acompanhamento profissional se tornam principais medidas preventivas.

Pouquíssimos casos são passíveis de cirurgia, de modo geral, os tratamentos passam por repouso com mudança para atividades mais leves ou interrupção de todas as atividades, a depender do grau da lesão, além disso são incluídos fisioterapia, anti-inflamatório, analgésico e compressas de gelo.

Toda lesão, por mais simples que seja, quando não bem diagnosticada e tratada, tendem a aumentar, correndo o risco de tornar-se lesões graves, com isso, nunca deixe para depois, nos primeiros sintomas, dessa ou de qualquer outra lesão, busque especialistas, para o diagnostico correto e consequentemente melhor tratamento.

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Dia Internacional da Mulher

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Desde o início dos tempos, a mulher é vista com inferioridade nos diversos campos, seja pessoal, profissional, político, etc., tanto que durante muito tempo a mulher foi privada de participar, de forma ativa ou passiva, de muitas ou de todas as atividades. Durante muito tempo a mulher não teve voz, nem vez, mas, aos poucos, com muita luta, pouco apoio e muita disposição, esse quadro foi se invertendo, ou melhor, vai se invertendo, afinal, lamentavelmente, ainda hoje, vemos essas diferenças, preconceitos e discriminações.

O mundo do esporte não é exceção, durante anos as mulheres foram proibidas de participar ou até mesmo de assistir às competições. Nas maratonas, por exemplo, as mulheres só tiveram suas participações aceitas e reconhecidas, a partir de 1972, isso porque desde 1966 elas vinham lutando, com participações “escondidas” e não reconhecidas.

Em praticamente todos os esportes, levou-se tempo e esforço para fazer com que a mulher tivesse o merecido direito de disputa e apesar de hoje as mulheres participarem sem maiores empecilhos, ainda vemos uma discrepância muito grande em alguns pontos, como investimento, espaço na mídia e até mesmo nas premiações. Para se ter uma ideia, no futebol, “enquanto existem times femininos que faturam em média US$ 20 mil em um campeonato, no masculino vemos esse valor infinitamente maior. Uma média de US$ 5,3 milhões por campeonato”¹.

Acredito e torço para que cenários como este possa estar perto do fim, que a luta por direitos iguais e condições adequadas tanto no esporte, como nas outras áreas, sejam positivas e tenham um final feliz.

O Dia Internacional da Mulher pode não estar ligado diretamente à corrida de rua, mas as corredoras não poderiam deixar de ser homenageadas, afinal de contas, elas dão um duro danado para equilibrar beleza e corrida, para correr “naqueles” dias difíceis sem perder a elegância, nem o pace, correm com persistência, em busca dos seus objetivos, da mesma forma que lutam com garra pelos seus direitos.

Mulheres, desejo a vocês não só um dia especial, mas uma vida maravilhosa e repleta de conquistas, nas ruas, nas trilhas e na vida. Parabéns pelo dia e um parabéns especial para as mulheres da minha vida, minha mãe (Eliana), minha esposa (Adriana), minha irmã (Laila) e a minha filha (Ana Luísa), mesmo que ainda seja um bebê.
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Referência:
1 - http://www.twodogs.com.br/os-desafios-do-esporte-feminino-no-brasil/

https://corridanossadodiaadia.blogspot.com.br/2016/03/1966-um-passo-da-mulher-na-corrida.html

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