Madonna Buder

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Foto: Globo Esporte¹
Nem sou capaz de contar quantas vezes já ouvi pessoas afirmarem não começar a correr por serem velhas demais para isso, como se em algum lugar estivesse escrito que para começar a correr precise ter apenas 20 anos. A cada dia vejo mais e mais pessoas adotando o esporte como estilo de vida e mostrando que esse pensamentos não passam de desculpas reconfortantes para quem a utiliza. Hoje, venho compartilhar justamente a história de uma mulher que começou a correr com quase 50 anos, mas isso não é nem de perto o mais emocionante da sua história.

Seu nome é Madonna Buder. Hoje, aos 87 anos de idade, a Sister Madonna, como é conhecida no mundo esportivo, coleciona histórias, curiosidades e conquistas. Para ela, as difíceis decisões da vida começou logo cedo, quando aos 14 anos decidiu se tornar freira, contrariando sua própria família, mesmo assim, aos 23 anos entrou para o convento.

Em meio a sua vida religiosa, aos 48 anos, por indicação de um padre, teve o seu primeiro contato com a corrida e desde então nunca mais abandonou o esporte, ao contrário, só aumentou a prática esportiva. Já utilizava a bicicleta como meio de transporte, então foi unir o útil ao agradável. Pouco tempo depois, através do incentivo de amigos, decidiu começar a praticar também natação e com isso o triathlon. Desde então, já foram mais de 350 provas, dentre elas mais de 45 Ironmans (3,8 km de natação, 180 km de ciclismo e 42 km de corrida), o que acabou lhe rendendo o apelido de “Freira de Ferro”.

A trajetória da Sister Buder não é marcada só por flores, no meio do caminho enfrentou muitas lesões, algumas delas graves. Já sofreu lesões dias ou semanas antes de competições importantes e até mesmo nas próprias provas, obrigando-a a abandoná-la, como por exemplo, em 1986, quando fraturou o pé faltando apenas 13 km para o final do Ironman na Austrália. Apesar disso, dedicação, força de vontade e perseverança sempre foram o seu forte, com isso, as marcas e recordes conquistados se tornaram hábitos. Uma de suas principais conquistas, foi em 2005, já com 75 anos, quando participou do Mundial do Ironman pela primeira vez, completando a prova em 16 horas e se tornando assim, a mulher mais velha a completar a prova. Coleciona ainda outros prêmios categorias e já "obrigou", inclusive, organizações a criarem novas categorias de faixa etária. 

Ainda hoje, ela continua treinando, correndo, pedalando e nadando, buscando novas marcas e conquistas, mostrando para si e para o mundo que não tem idade para começar e não tem idade para parar, que nós somos reflexos dos nossos sonhos e de nossas lutas. 

Quando escuto alguém dizer que não pode fazer tal coisa porque está velho, costumo dizer que não saberia o que fazer se nunca mais pudesse correr”² - Madonna Buder²

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Referências:

Calendário de Corridas de Rua - Campinas e Região 2018

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 Atualizado em 29 de Novembro de 2018

As corridas incluídas e/ou atualizadas recentemente estão com títulos em vermelho




*As datas podem sofrer alterações
*As demais informações serão atualizadas quando confirmadas pelas organizações
*As inscrições têm valores diferenciados para pessoas acima de 60 anos
*Caminhadas costumam ter valores diferenciados, no calendário consta apenas valores das corridas

Outubro Rosa

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O Outubro Rosa já se tornou um mega movimento de conscientização à prevenção ao câncer de mama, com as mais variadas manifestações em todo o mundo. O câncer de mama, está entre as doenças que mais atingem mulheres em todo o mundo, principalmente após os 35 anos.

Em prol da causa e da conscientização da realização de exames, empresas mudam logos, fazem propagandas, times (em diversos esportes) mudam uniformes e claro, corridas são realizadas no mundo inteiro, fazendo referência ao Outubro Rosa. Porem, o que poucas pessoas sabem, é que o Outubro Rosa começou justamente com uma corrida.

Em 1990, a Fundação Susan G. Komen for the Cure, realizou em Nova York, a primeira Corrida pela Cura (Race for Awareness), onde distribuiu para todos os participantes um laço cor de rosa, símbolo que segue até hoje, como sinônimo da prevenção ao câncer de mama. Desde então, em todos os anos a corrida foi realizada, mas foi em 1997 que a campanha começou a ganhar folego, quando entidades das cidades de Yuba e Lodi, também nos Estados Unidos, começaram a aderir à campanha, realizando ações voltadas para a causa. Foi então que começaram a enfeitar a cidade com laços rosas e eventos foram realizados para esse fim, como desfile de moda com mulheres que tiveram a doença, corridas, partidas de boliche, etc.

No Brasil, a primeira iniciativa ocorreu no outubro de 2002, onde o monumento Mausoléu do Soldado Constitucionalista, conhecido como Obelisco do Ibirapuera, em São Paulo (SP), foi todo iluminado de rosa, através de uma iniciativa de mulheres simpatizantes com a causa e de empresas que abraçaram a ideia.

Aqui no Brasil, a exemplo dos Estados Unidos, desde o primeiro ato, em todos os anos a campanha ganha mais e mais adeptos, focados em “compartilhar informações sobre o câncer de mama, promover a conscientização sobre a doença, proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento e contribuir para a redução da mortalidade”¹, tudo isso é feito, por exemplo, através das diversas propagandas, nos mais variados meios de comunicação, com explicações e incentivos aos exames de prevenção, mutirões de mamografia em várias cidades de todo o país e muita corrida, que a cada ano cresce consideravelmente, tanto em quantidade de corridas, quanto de participantes, sempre voltados para a causa, muitas inclusive, com o dinheiro das inscrições destinadas a ONGs e instituições que buscam a prevenção e tratamento da doença.

Cada vez mais, a corrida, vem desempenhando um grande papel no nosso dia a dia, sendo capaz de mover e comover as pessoas em atitudes como estas, além de trazer inúmeros benefícios para o corpo e para a mente.

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Referências:

1 - http://www.inca.gov.br/outubro-rosa/outubro-rosa.asp
http://www.outubrorosa.org.br/historia.htm
http://www.pink-october.org/
https://www3.hermespardini.com.br/pagina/1091/outubro-rosa--numeros-do-cancer-de-mama-e-cuidados.aspx

Lesão de menisco

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Foto: Globo Esporte¹

Já não é segredo algum, que os joelhos são uma das partes do corpo que mais sofrem com as lesões durante a corrida e a lesão de menisco, é mais uma a assombrar a vida dos corredores.

Os meniscos são estruturas cartilaginosas e em cada joelho possuímos dois, o menisco medial, que fica na parte interna e o menisco lateral, que fica na parte externa. Por ser maior, o menisco medial é também o que esta mais propício a lesões, tanto, que sofrem com lesões cerca de 3x mais que o menisco lateral.

Os meniscos são fundamentais para a biomecânica da corrida, pois agem nos joelhos “como lubrificadores, estabilizadores, amortecedores e distribuidores de carga dentro da articulação. As fibras de colágeno de tecido dissipam as forças de compressão na articulação, reduzindo assim a força direta sobre a cartilagem articular”².

Entorse do joelho é a principal causa da lesão de menisco, por isso é uma lesão muito comum em esportes onde a rotação do joelho é muito exigida, o lado bom, para nós corredores, é que esse tipo de situação acontece com pouco frequência dentro da corrida. Por outro lado, a lesão de menisco se torna comum na corrida, em especial em atletas após os 40 anos, devido ao microtrauma de repetição, ou seja, o desgaste ocasionado pelo envelhecimento e impacto repetitivo do mesmo.

Os principais sintomas apresentados são inchaço dos joelhos e limitação de movimentos, além de dores na região, que podem apresentar períodos mais ameno e períodos de dores mais intensas, principalmente ao realizar movimentos como agachamento e flexão da perna.

Na fase inicial da lesão, o tratamento, geralmente, é feito de forma conservadora, através da fisioterapia e utilização de analgésicos, anti-inflamatórios e compressas de gelo. Até pouco tempo atrás, em casos mais brandos, o tratamento utilizado era apenas a meniscectomia, uma cirurgia para retirada da parte lesada do menisco. Hoje, já são utilizadas também outras formas de tratamento, como a viscossuplementação que “consiste nas injeções intra-articulares de ácido hialurônico, que é o mesmo componente que já existe no líquido sinovial de uma articulação saudável”¹. Além disso, com o aprimoramento das técnicas de vídeo-artroscopia, foi desenvolvida a técnica de reinserção meniscal, em outras palavras, a técnica devolve o menisco no lugar onde estava antes da lesão.

O fortalecimento dos músculos e utilização de tênis adequado para a corrida, são sempre meios de prevenir lesões e no caso da lesão de menisco, isso não foge à regra, isso porque com a musculatura fortificada e calçados corretos, os joelhos tendem a sofrer menos com o impacto e consequentemente, sofrem menos desgastes.

Apesar de conhecermos um pouco sobre a lesão, nos primeiros sintomas o médico deve ser consultado para diagnóstico correto e início de tratamento, se necessário, essa sem dúvida é a forma mas eficaz de se livrar da lesão e retornar à corrida o mais rápido possível. 
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Referências:

Maratona de emoções - 7º Desafio 28 Praias

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Sábado, 30 de setembro.

A semana que antecedeu à corrida, foi marcada pela alta expectativa, ansiedade e preparação para o grande dia, sem contar as infinitas pesquisas sobre a previsão de tempo, que insistia em anunciar que o nosso sábado seria de muita chuva. No dia anterior, todos os sentimentos foram intensificados e de quebra veio a preocupação com mensagens que recebíamos, nos alertando sobre uma provável tempestade.

Chega enfim o dia e aos poucos nossos receios, assim como as nuvens mais carregadas, foram se dissipando. Nossa alegria e euforia, foram aumentando, embora o sol não tenha dado lá muito as caras, São Pedro foi caridoso com as centenas de corredores que estavam preparados para mais uma superação no 7º Desafio 28 Praias, em Ubatuba, dentre esses, 19 guerreiros da equipe Top Team A Academia de Paulínia, que, com percurso inédito, se quer imaginavam o que os aguardavam à frente.

Às 7h foi dada a largada para 4 dos nossos guerreiros, que saíram em busca de percorrer sozinhos todo o trajeto de 42 km. Às 7:30 foi então a vez dos 3 quintetos começarem a difícil jornada. Eram muitas subidas e descidas, algumas quase que escaladas, temperadas com os mais variados tipos de terrenos, terra batida, areia fofa, mata fechada e de quebra, muita água, suor e às vezes, até um pouco de sangue, afinal tombos também fazem parte do trajeto. Na medida em que as horas avançavam, os trechos e obstáculos foram passando e no final a linha de chegada nos esperava para arrancar do rosto, lágrimas e sorrisos de um misto de alívio e alegria.

Os quintetos, buscaram e alcançaram superação, trazendo ótimos resultados individuais e em grupo e mais uma vez, a equipe Top Team A Academia subiu ao pódio, agora com um 4º lugar no quinteto. Dos 4 guerreiros solo, 3 concluíram com muita garra e determinação, sem pressa, com objetivo único de chegar ao fim e aqui faço uma ressalva, ao nosso guerreiro que precisou desistir: muitas vezes a nobreza de corredor está no reconhecimento do seu limite, é difícil abrir mão de algo, mas as vezes é aí que mora o nosso maior trunfo, vencer o ego.

Nenhuma dessas conquistas, pessoais ou em equipe, vem sem um motivo específico, isso é fruto de semanas, meses e anos de preparação, de empenho e dedicação de cada um da equipe, motivado e bem instruído pelo professor Nilson Ventura, que não atoa foi convidado para iniciar um grupo de corrida da A Academia na unidade de Campinas. Nos últimos meses, a equipe Top Team A Academia, tem conseguido resultados expressivos, essa, por exemplo foi a terceira etapa seguida do Desafio 28 Praias que a equipe conquista ao menos um pódio. Além disso, premiações por faixa etária em outras competições, novos maratonistas, novas marcas, primeiras corridas, novos corredores e vem cada vez mais ganhando novos adeptos, fazendo com que a Top Team e A Academia estejam constatemente representados nas diversas corridas da região. A força, união e companheirismo dessa família, me deixa sem palavras para expressar meus eternos agradecimentos e o mais prazeroso disso tudo, é saber que estamos apenas no começo.

Que venha os novos desafios!


Aquecimento

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Foto: My Runner Assessoria¹

Negligenciado por muitos corredores, o aquecimento é uma etapa importante antes de toda atividade física e a corrida não foge à regra. O aquecimento, quando bem realizado é capaz de trazer alguns benefícios e de evitar uma série de riscos e imprevistos.

Quando falamos em aquecimento, muitos associam também o alongamento, este, por sua vez, é um assunto ainda muito debatido e possui alguns prós e contras e com certeza, logo em breve será tema no blog. Por ora, o assunto será exclusivamente o aquecimento.

Uma das principais funções do aquecimento é elevar a temperatura corporal e frequência cardíaca, tirando assim, o corpo do estado de repouso, fazendo com que ele prepare e lubrifique as articulações e desperte os músculos para a intensa atividade que virá em seguida. Além disso, prepara todo o sistema cardiovascular e pulmonar, deixando-os aptos à realização da atividade.

No que se refere à elevação da temperatura corporal, está comprovado cientificamente que a hemoglobina (responsável pelo transporte de oxigênio aos tecidos), em temperaturas elevadas no organismo, perde a afinidade com o oxigênio, o que facilita a liberação desse gás para os músculos em atividade e melhora o desempenho do praticante”². Além de um melhor desempenho, com o corpo devidamente aquecido, músculos, tendões e articulações preparados para a corrida, o risco de lesões caem drasticamente, a prova disso, é que em praticamente todas as lesões que lemos sobre, o aquecimento é tido como uma ação preventiva.

Apesar de tantos alertas, matérias e informações sobre o assunto, muitos corredores ainda negligenciam o aquecimento, alegando já começar a sentir o cansaço durante a própria atividade. Porém, o que maioria desses corredores não compreendem ou não sabem, é que esse é um cansaço positivo, uma vez que “em geral, entre 8 a 12 minutos você consegue consumir mais oxigênio por entrar na via energética oxidativa e assim sua atividade fluirá muito mais facilmente”¹.

O ideal, é que o aquecimento seja feito durante aproximadamente 10 minutos, no início de forma mais leve, em seguida sua intensidade pode ser aumentada gradualmente. No entanto, o clima deve ser levado em consideração, uma vez que, em dias mais frios o corpo demora mais tempo para aquecer, o tempo de aquecimento deve ser então aumentado e em dias mais quentes, o tempo pode ser diminuído, já que a temperatura corporal já esta mais elevada.

Embora não muito falado, acredito que o aquecimento tem um poder psicológico muito grande, afinal, muitas vezes nos sentimos indispostos ou desanimados para correr e apenas em alguns minutos de aquecimento a disposição reaparece apenas ao lembrar a mente e o corpo do prazer que a corrida nos traz.

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Referências:

Ciatalgia

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O nervo ciático, assim como muitos outros nervos, articulações e músculos, é lembrado e associado por nós, muito mais pela dor do que pelas suas funções ou pelo seu tamanho. A tão conhecida dor vem da sua inflamação, conhecida como ciatalgia, tão comum, que atinge aproximadamente 15% da população, esportistas ou não.

Principal nervo dos membros inferiores, o nervo isquiático, popularmente conhecido como nervo ciático, é também o mais longo do corpo humano, vai desde o dedão do pé até a região lombar, “ele controla as articulações do quadril, joelho e tornozelo, e também os músculos posteriores da coxa e os músculos da perna e do p锹.

O Nervo ciático é o responsável pela enervação dos membros inferiores, por conta disso, “a dor pode ocorrer em vários lugares, porém os mais comuns são a região glútea posterior, o dedão do pé e a face lateral da coxa e da perna”¹, as dores podem ser intensificada em ações simples como sentar, levantar, tossir e espirrar, podendo começar de forma mais sutil durante o dia e intensificando à noite. Além das dores, outros sintomas comuns são espasmos, formigamento, fraqueza muscular, baixa sensibilidade e sensações de choque ao tocar o pé no chão.

A ciatalgia pode ser consequência de outras lesões, como a hérnia de disco (a grande maioria dos casos) e a síndrome do piriforme, porém pouca força dos músculos dos membros inferiores, sobrepeso e a má postura durante a corrida, podem ser outros agravantes para o surgimento da lesão. Com isso, podemos perceber cada vez mais a importância do fortalecimento muscular para a corrida e do acompanhamento profissional durante as atividades, para dosagem de intensidade e quantidade correta nos treinos, além de correções e melhorias posturais na mecânica da corrida.

O tratamento da ciatalgia depende da gravidade de cada caso. Na grande maioria dos casos, o tratamento passa por anti-inflamatórios, fisioterapia, quiropraxia, massoterapia, injeções lombares, etc., mas “em torno de 10-20% dos casos a cirurgia é necessária para corrigir o problema”².

Ter conhecimento sobre as lesões e seus tratamentos, é muito bom para entendermos o que temos e qual o processo precisaremos passar, ter conhecimento sobre as prevenções e sintomas é muito bom para podermos tentar minimizar os riscos e ligar o alerta já nos primeiros sinais. Porém, nada disso dispensa o acompanhamento médico, grave ou não, o acompanhamento é fundamental para diagnóstico correto e tratamento eficaz.

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Referências
1 - http://www.aminhacorrida.com/nervo-ciatico/
http://www.provital-quiropraxia.com.br/blog/index.php/dor-ciatica-ciatalgia/
http://vidaquecorre.com.br/dor-no-gluteo-apos-a-corrida-pode-ser-sinal-de-problema-muscular/
http://www.copacabanarunners.net/ciatica.html